OP de Abrantes continua suspenso até novo regulamento; projetos pendentes avançam este ano. Foto: DR

O círculo de reflexão “Médio Tejo, A visão de uma Região Europeia Emergente” vai decorrer no auditório do Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida, em Abrantes, nos dias 28 e 29 de maio. O evento tem coorganização da MédioTejo21 – Agência Regional de Energia e Ambiente, IrRADIARE – Science for Evolution, município de Abrantes e Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo.

Neste Círculo de Reflexão vão intervir responsáveis da governança europeia do setor, representantes do tecido industrial e empresarial com quem a região tem vindo a colaborar na transição energética e tecnológica, assim como, diversas regiões e Hydrogen Valleys com as quais a região do Médio Tejo tem mantido, desenvolvido e intensificado cooperação ao longo dos últimos 7 anos.

Segundo a Agência Regional – MédioTejo21, a região do Médio Tejo, com “a combinação adequada de gestão cooperativa, visão inovadora e governação eficaz, tem conseguido destacar-se de forma afirmativa e positiva no panorama das Regiões Europeias”, lê-se em nota de imprensa.

O evento pretende afirmar e confirmar Portugal como “hub” de inovação, na Europa e no Atlântico, no domínio das energias limpas e no reconhecimento do continuado compromisso dos parceiros da região com o investimento na fileira do hidrogénio e da sustentabilidade energética inteligente.

Durante esses dois dias pretende-se fazer uma reflexão em torno de temas chave para as regiões emergentes europeias, como Talento/Competências, Economia, Energia, Digital e Infraestruturas, e de como estas, podem responder aos desafios da resiliência e transição energética. Conheça o programa AQUI.

Também no Círculo de Reflexão, “Médio Tejo, A visão de uma Região Europeia Emergente”, será celebrado o 16º aniversário da MédioTejo21, Agência Regional de Energia e Ambiente do Médio Tejo e Pinhal Interior Sul, fundada a 29 de maio de 2009.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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