Maria dos Anjos Esperança é substituída por José Cunha na coordenação da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo. Créditos: mediotejo.net/DR

Passou a ser um rosto familiar na região e o seu trabalho foi louvado por todos os parceiros institucionais: Maria dos Anjos Esperança deu a cara pela Saúde Pública no Médio Tejo durante os dois anos de pandemia de covid-19 mas saiu de cena discretamente.

“Na sequência do pedido de cessação de funções da anterior coordenadora, foi designado José Cunha, médico assistente de Saúde Pública e Autoridade de Saúde, para desempenhar as funções de coordenação da Unidade de Saúde Pública, com efeitos a 01 de julho”, confirmou hoje ao mediotejo.net a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

José Cunha passa a coordenar superiormente toda a equipa da Unidade de Saúde Pública do Médio Tejo, onde trabalha desde 2016, e que conta com 33 profissionais de diversas áreas: médicos especialistas de Saúde Pública, enfermeiros, técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica da área de Saúde Ambiental e da área de Higiene Oral e assistentes técnicos.

Maria dos Anjos Esperança está neste momento de férias e ainda regressará ao serviço, embora já em situação de pré-reforma.

Patrícia Fonseca

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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