Jornadas gastronómicas do feijão frade regressam a Margem, em Gavião. Foto arquivo: CMG

As Jornadas Gastronómicas do Feijão Frade estão de regresso a Ribeira de Margem/Vale de Gaviões, concelho de Gavião, entre sexta-feira e domingo, de 19 a 21 de setembro. A décima terceira edição da iniciativa, com entradas gratuitas, decorre na sede da Associação Cultural e Recreativa de Margem e será uma ode ao feijão frade, enquanto produto endógeno da localidade e muito apreciado na região.

Estas Jornadas realçam este produto endógeno da região, cultivado nas margens da Ribeira de Margem, e integram o calendário dos principais eventos do concelho, dinamizados nas freguesias, que englobam desde a Feira Medieval em Belver, passando pela Mostra de Gastronomia e Atividades Económicas em Gavião e o Beat Fest na Comenda.

O espaço conta ainda com muita música, animação e expositores que permitem a venda de produtos locais e artesanais, onde se inclui o mel e as leguminosas, permitindo escoar os excedentes das produções.

Jornadas gastronómicas do feijão frade regressam a Margem, em Gavião. Foto: DR

Sexta-feira, 19 de setembro
O evento abre portas às 19h00 e traz como destaque o espetáculo de Marco Morgado às 22h00, seguido pelo grupo Nós Pimba à 01h00, garantindo uma noite animada para os visitantes.

Sábado, 20 de setembro
O dia começa cedo com animação infantil e insufláveis às 12h00, perfeita para os mais pequenos. À 13h00, será servido o tradicional almoço de Feijão Frade, uma especialidade local. A noite continua com música ao vivo: Banda Tens Cóvir às 22h00 e Bandalusa às 23h00.

Domingo, 21 de setembro
O último dia reserva momentos de diversão para todas as idades, começando com a Kids Party e festa da espuma às 16h30. O evento encerra com o concerto de Rosinha às 22h00.

A festa é uma excelente oportunidade para conhecer a gastronomia local, desfrutar de boa música e passar tempo em família.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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