Marcos Perestrello é cabeça de lista do PS por Santarém. Foto: PS

A lista de candidatos do PS por Santarém aprovada pela comissão política distrital e ratificada pelo partido, conta com Hugo Costa (2º), Mara Lagriminha (3º) e Francisco Dinis (4º) nos lugares cimeiros. Marcos Perestrello, advogado, 53 anos, foi o nome indicado pelo secretário-geral do PS para encabeçar a lista por Santarém às legislativas de 18 de maio. O mandatário da candidatura é Manuel Jorge Valamatos.

No círculo eleitoral de Santarém – cuja lista nas últimas eleições legislativas foi encabeçada pela líder parlamentar do PS, Alexandra Leitão, agora candidata à Câmara de Lisboa – a escolha recaiu no vice-presidente do parlamento Marcos Perestrelo, anunciou o partido, tendo a Comissão Política Nacional aprovado na quarta-feira a versão definitiva das listas a todos os círculos eleitorais.

De acordo com os estatutos do PS, cabe ao secretário-geral, Pedro Nuno Santos, indicar um terço do total de lugares, sendo os restantes dois terços da responsabilidade das comissões políticas federativas de cada círculo eleitoral. No caso de Santarém, a lista indicada pela federação distrital foi aprovada com 94% dos votos (62 a favor e 4 contra).

Secretário de Estado da Defesa em dois governos do PS liderados por António Costa, Marcos Perestrelo, cabeça de lista por Santarém, foi vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, distrito pelo qual foi eleito nas últimas cinco legislaturas, depois de uma primeira eleição por Beja.

Na lista do PS por Santarém seguem-se os nomes dos atuais deputados Hugo Costa (Tomar) e Mara Lagriminha (Coruche) e do ex-deputado Francisco Dinis (Torres Novas). A ex-presidente da ULS Lezíria, Tatiana Silvestre, de Santarém, é a quinta da lista, a que se sucedem Gustavo Costa (Almeirim), Pedro Gomes (Entroncamento), Mafalda Fonseca (Rio Maior) e Catarina Martins (Ourém).

Rodolfo Colhe (Alpiarça), Isabel Costa (Constância), Daniel Casaca (Salvaterra), João Rabita (Almeirim) e Joel Marques (Chamusca) são suplentes. O mandatário da candidatura é Manuel Jorge Valamatos, de Abrantes.

O PS tem atualmente três deputados eleitos por Santarém – Alexandra Leitão, Hugo Costa e Mara Lagriminha, círculo eleitoral que elege 9 deputados. Nas últimas legislativas, em 2024, PSD, PS e Chega elegeram três deputados cada.

Candidatos do PS aprovados com mudanças em mais de metade dos cabeças de lista

A Comissão Política Nacional do PS já aprovou e anunciou todos os candidatos deputados às legislativas antecipadas, com mudanças em 12 dos 22 cabeças de lista em comparação com as últimas eleições.

Segundo informação na página do partido estas listas já foram aprovadas, com 92% de votos favoráveis, mantendo-se uma dezena de cabeças de lista das eleições do ano passado e um total de sete mulheres no topo das listas.

Conforme noticiado pela agência Lusa, o PS vai apresentar o deputado Pedro Delgado Alves como cabeça de lista por Coimbra e o vice-presidente do parlamento Marcos Perestrello por Santarém, voltando o líder socialista, Pedro Nuno Santos, a ser número um por Aveiro e Mariana Vieira da Silva por Lisboa.

De acordo com os estatutos do PS, cabe ao secretário-geral, Pedro Nuno Santos, indicar um terço do total de lugares, sendo os restantes dois terços da responsabilidade das comissões políticas federativas de cada círculo eleitoral.

Entre as alterações a destacar em relação às listas aprovadas nas distritais, destaque para a inclusão da secretária-geral do JS, Sofia Pereira, como número dois pelo Porto, e, em número seis, Frederico Francisco, antigo secretário de Estado Adjunto e das Infraestruturas.

Já em Lisboa, o ex-secretário de Estado e deputado Miguel Cabrita subiu ao segundo lugar com a saída de Pedro Delgado Alves para liderar a lista por Coimbra.

No círculo eleitoral da capital uma das novidades foi a inclusão, em oitavo lugar, de Eva Cruzeiro, rapper formada em ciência política, e também a descida de uma posição, agora em 15.º, do antigo secretário de Estado Hugo Mendes, envolvido na polémica indemnização a Alexandra Reis na TAP quando Pedro Nuno Santos era ministro das Infraestruturas.

Em Braga, distrital que na terça-feira de madrugada chumbou a lista de candidatos, o chefe de gabinete de Pedro Nuno Santos, Hernâni Loureiro, surge em sexto lugar.

O antigo diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde, Fernando Araújo, lidera a lista pelo Porto e o antigo candidato à liderança do PS José Luís Carneiro, de novo, por Braga.

Para o círculo eleitoral de Santarém – que nas últimas eleições foi encabeçada pela líder parlamentar do PS, Alexandra Leitão, agora candidata à Câmara de Lisboa – a escolha recaiu no vice-presidente do parlamento Marcos Perestrello.

Em Setúbal, a lista será encabeçada pelo deputado e ex-secretário de Estado António Mendonça Mendes, que ocupa o lugar deixado pela agora eurodeputada Ana Catarina Mendes.

Pedro Nuno Santos volta a liderar a lista por Aveiro, juntando-se à lista dos “repetentes” das últimas eleições, a vice da bancada e ex-ministra Marina Gonçalves (Viana do Castelo), o antigo líder parlamentar Eurico Brilhantes Dias (Leiria), o ex-secretário de Estado Nuno Fazenda (Castelo Branco), Luís Dias (Évora), Jamila Madeira (Faro), Francisco César (Açores) e Elza Pais (Viseu).

Os círculos da emigração sofreram ambos alterações e será candidata pela Europa Emília Ribeiro e, por Fora da Europa, Vitor Silva.

Em Vila Real, a lista será este ano liderada por Rui Santos, atual presidente da câmara, e, na Guarda, por Aida Carvalho, presidente do Conselho de Administração da Fundação Côa Parque.

Mexidas também em Bragança, assumindo agora o topo da lista a atual presidente da Câmara de Mirandela, Júlia Rodrigues.

Em Beja o regresso do antigo deputado Pedro do Carmo e, em Portalegre, do também ex-deputado Luís Moreira Testa.

Entre as novidades está a Madeira, que nas últimas legislativas teve à frente Paulo Cafôfo, recentemente derrotado nas eleições regionais da Madeira, e agora terá como cabeça de lista Emanuel Câmara, atualmente presidente da Câmara do Porto Moniz.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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