Marchas populares cumprem tradição em Carregueira e Arripiado. Foto: JFC

A Junta de Freguesia da Carregueira, concelho da Chamusca, cumpriu a tradição e voltou a promover as Marchas Populares no dia 17 de junho, no pavilhão polivalente da aldeia. As quatro marchas participantes voltam a atuar no próximo sábado, 24 de junho, pelas 21h30, na zona ribeirinha do Arripiado.

Este ano participam as marchas do GDUC – Grupo Desportivo União Carregueirense, do RFEIC – Rancho Folclórico Etnográfico Infantil da Carregueira, a USC – Universidade Sénior da Carregueira, e a ADeCCC – Associação de Danças e Cantares os Camponeses da Carregueira, que desfilam ao som da música da Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio Carregueirense “Vitória”.

Para procurar envolver o maior número de participantes, a Junta convidou as coletividades da Freguesia, atribuindo um apoio financeiro para ajuda das despesas, contando o evento com largas dezenas de marchantes envolvidos e centenas de pessoas a assistir a esta tradição popular.

Esta quinta-feira, dia 22 de junho, decorrerá a exibição audio-visual do Micro-Documentário “As Marchas da Carregueira” e da Peça de Teatro Radiofónico “Lenda da Nossa Senhora dos Remédios”, no âmbito do Projeto Memória Digital – Tradição e Inovação na Chamusca.

As atividades decorrerão na Oficina Colaborativa (situada no Antigo Lagar da Chamusca), pelas 15h00, sendo o acesso gratuito.

O Memória Digital – Tradição e Inovação na Chamusca é um projeto intergeracional inovador, cofinanciado pelo Portugal 2020, Alentejo 2020, Fundo Social Europeu, contando com as parcerias de instituições da Rede Social Local, Agrupamento de Escolas e Município da Chamusca.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply