A cidade do Crato, no Ceará, tem uma grande devoção a Nossa Senhora de Fátima desde 1953, quando a imagem peregrina do santuário português visitou a região. Créditos: Prefeitura do Crato

A cidade do Crato, no Ceará, Brasil, inaugurou a maior imagem do mundo de Nossa Senhora de Fátima, numa cerimónia que atraiu cerca de 40 mil fiéis. A obra do escultor Ranilson Viana tem 54 metros de altura, ultrapassando em muito a dimensão do Cristo Redentor do Rio de Janeiro, que tem 38 metros.

O monumento ergue-se no Complexo Religioso de Nossa Senhora de Fátima, que tem inclusive uma réplica da Capela das Aparições de Fátima, que foi ali erguida para, segundo o governo local, reforçar “a conexão simbólica com o santuário mariano original”.

A devoção a Fátima é muito forte nesta região desde 1953, quando a imagem peregrina de Nossa Senhora viajou de Portugal até à cidade do Crato, na região do Cariri, havendo nesses dias inúmeros relatos de graças e curas milagrosas por sua intercessão. A Sé Catedral do Crato recebeu pouco depois uma réplica da imagem original que se encontra na Capelinha das Aparições, em Fátima, e a devoção Mariana criou raízes profundas na comunidade, até aos dias de hoje.

Para a inauguração deste novo monumento, o Santuário de Fátima voltou a enviar para o Crato a imagem peregrina de Nossa Senhora, o que atraiu fiéis de todo o país.

Na cerimónia, o ministro da Educação, Camilo Santana, sublinhou que “o mundo está precisando de tolerância, de fraternidade, de carinho” e deixou um pedido: “Que Nossa Senhora de Fátima possa alimentar o coração e a mente de cada um de nós.”

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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