Madrid inspira estratégias de mobilidade sustentável para o Médio Tejo. Foto: Nersant

A Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém/Câmara de Comércio e Indústria, em parceria com a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo, participou, no dia 10 de abril, numa missão institucional em Madrid dedicada à mobilidade pública sustentável.

A deslocação teve como objetivo analisar soluções inovadoras de transporte coletivo baseadas em hidrogénio, no âmbito das estratégias europeias de transição energética e de redução da pegada ambiental no setor dos transportes.

A agenda de trabalho incluiu uma visita técnica ao sistema de transportes públicos da capital espanhola, cidade que tem vindo a apostar na integração de autocarros movidos a hidrogénio. Esta tecnologia é apontada como uma das alternativas mais promissoras para a descarbonização da mobilidade urbana.

Durante a visita, a comitiva institucional teve contacto com os modelos de operação associados a esta solução, bem como com as infraestruturas de produção e abastecimento de hidrogénio. Foram ainda analisados os enquadramentos técnicos e operacionais ligados à utilização desta tecnologia no transporte coletivo urbano.

Para a Nersant e para a CIM Médio Tejo, a missão constituiu um momento estratégico de aprendizagem, cooperação institucional e partilha de conhecimento, permitindo recolher informação sobre desafios, oportunidades e impactos da implementação deste tipo de soluções.

Madrid inspira estratégias de mobilidade sustentável para o Médio Tejo. Foto: Nersant

Citado em nota de imprensa, o presidente da Nersant, Rui Serrano, sublinhou que “a transição energética e a mobilidade sustentável são desafios estruturais para o futuro das regiões”, defendendo a importância de conhecer experiências já implementadas noutros territórios para preparar o Médio Tejo para sistemas de transporte mais eficientes e ambientalmente responsáveis.

A experiência em Madrid será agora analisada como estudo de caso para futuras estratégias de mobilidade sustentável e transição energética na região do Médio Tejo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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