Exposição em Ourém mostra árvores nativas de Portugal. Foto: DR

O concelho de Mação vai receber esta quinta-feira, dia 21 de março, Dia Internacional das Florestas, uma ação de reflorestação em que cinco atletas olímpicos e algumas crianças da escola local vão integrar uma equipa que vai ajudar na plantação do primeiro lote de 7 mil medronheiros no concelho.

Trata-se de uma iniciativa da Toyota Caetano Portugal, SA, no âmbito do  seu programa interno “Um Toyota Uma Árvore”, e que este ano irá atribuir 7.000 medronheiros a Mação, contribuindo assim para uma das causas  mais relevantes para os portugueses, e numa das zonas mais atingidas  pelos incêndios florestais.

Nesta iniciativa estarão em Mação os atletas olímpicos Nuno Barreto (vela + Medalha Olímpica Atlanta 1996), Álvaro Marinho (vela), Sara Mota Carmo (vela), Yahima Rodrigues (judo), e Joaquim Videira (esgrima).

O ponto de encontro é na Zona Industrial de Mação, às 11:00, seguindo a comitiva depois para a zona de plantação, no Vale do Rato. Algumas crianças da Escola EB 2, 3/S de Mação juntar-se-ão a esta ação apoiando os atletas nos trabalhos de reflorestação.

Foto: Toyota

Esta quinta-feira, dia 21 de março, comemora-se o «Dia Mundial da Árvore» e a rede de Concessionários Toyota vai também assinalar o dia com a oferta simbólica de um medronheiro aos clientes que nesse dia visitem as suas instalações.

Para além de assinalar a data, a oferta simbólica de uma árvore, irá relembrar aos clientes o projeto de responsabilidade social «Um Toyota, uma Árvore» que iniciou em 2005 e tem como objetivo a plantação de uma árvore por cada viatura nova Toyota vendida, contribuindo, com mais de 155.000 árvores plantadas, em áreas fustigadas pelos fogos florestais, de norte a sul do país, contribuindo para a preservação do ambiente e da biodiversidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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