Foto: CMM

Mação acolheu na segunda-feira, dia 27 de março, o segundo simulacro que testou meios, operacionais e população local no âmbito da implementação do programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”. A atividade aconteceu na aldeia de Pereiro, ao final da tarde, e decorreu com sucesso dada a adesão da comunidade.

Os simulacros, que ocorreram no âmbito do “Mês de Março, Mês da Proteção Civil” em Chão de Lopes e Pereiro, demonstraram os vários passos a seguir no caso de um incêndio florestal ameaçar uma aldeia e a sua população.

Os exercícios foram uma simulação exata da ação em caso de incêndio florestal, envolvendo várias entidades.

Foto: CMM

Pedro Jana, comandante dos Bombeiros Voluntários de Mação, deu o mote para este segundo simulacro, clamando “Exercício, exercício, exercício”, no sistema de comunicação da Proteção Civil do distrito de Santarém.

Após ter sido dado alerta de incêndio na localidade de Pereiro, Mação, este simulacro promovido pela Câmara Municipal de Mação no âmbito do mês da Proteção Civil e do projeto “Aldeia Segura, Pessoas Seguras” teve por objetivo “testar os meios em caso de incêndio florestal, particularmente no que à proteção e segurança das pessoas diz respeito”, indica a autarquia em nota de imprensa.

Durante esta iniciativa a figura do Oficial de Segurança Local foi relevada como fundamental, até porque foi selecionado por ser alguém que conhece a sua terra e as pessoas que ali habitam bem como os seus contextos.

Foto: CMM

Tocado o sino da igreja, o Oficial de Segurança alerta a população para uma situação de incêndio e com isso informa a população de que deve deslocar-se de imediato ao local definido como abrigo, neste caso a Associação local, no centro da aldeia.

Toda a população acedeu ao exercício, conforme releva a autarquia, dando conta que “estavam identificadas quatro pessoas com dificuldade de mobilidade que foram transportadas para o local pelos Bombeiros de Mação e GNR. Já na Associação foi feita a contagem do número de habitantes no local e a comparação em relação ao número de habitantes da aldeia”.

Foi ainda simulada a identificação de “um habitante renitente em sair de casa, situação em que a GNR atua, levando-o para o abrigo”.

Foto: CMM

Para esta iniciativa foram destacados a Proteção Civil de Mação, com o dispositivo MacFire e os meios de combate, a equipa de autoproteção da aldeia, bem como o Comando sub-regional do Médio Tejo da Proteção Civil, os Bombeiros Voluntários, GNR de Mação e o presidente da União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, José Fernando Martins.

Participaram igualmente na ação o vice-presidente da Câmara Municipal de Mação, António Louro, o Comandante Sub Regional Médio Tejo, David Lobato e o 2.º Comandante Sub Regional Médio Tejo, João Pitacas, bem como o comandante dos Bombeiros Voluntários de Mação, Pedro Jana, e o Comandante dos Bombeiros Municipais de Sardoal, Nuno Morgado.

Em representação da GNR de Mação esteve presente o Comandante Fernandes, bem como membros do Serviço Municipal de Proteção Civil, João Fernandes, Francisco Loureiro, e Luís Jana do Gabinete Técnico Florestal.

Foto: CMM

A autarquia recorda que “será definido para cada aldeia do concelho de Mação um Oficial de Segurança e um abrigo coletivo, local definido como o mais seguro numa situação de incêndio florestal” e onde a população deverá concentrar-se aguardando indicações dos meios de Proteção Civil.

No final da iniciativa, António Louro, vice-presidente da Câmara Municipal de Mação frisou “a necessidade de treinar, de simular, para uma melhor resposta dos meios, sublinhando o desejo de que estes exercícios não venham a ter que ser colocados em prática em situação real”.

“Por hoje, exercício, exercício, exercício concluído”, indicou, citando o Comandante dos Bombeiros de Mação.

Foto: CMM

VÍDEO:

NOTÍCIA RELACIONADA

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

Deixe um comentário

Leave a Reply