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No mês em que se assinala o Dia da Mulher, Mação acolhe na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira a exposição de pintura “Exaltação à Mulher”, de Teresa Paula Silva. A inauguração terá lugar no sábado, 7 de março, pelas 17h00, ficando patente até final do mês.

A exposição resulta de “uma seleção de quadros executados desde há 3 anos a esta parte, com o foco em estados de alma”, num estilo de pintura próximo do impressionismo com “pinceladas agressivas e tons quentes que inebriam, fascinam, e causam o espanto”, lê-se em nota de imprensa.

Estes quadros são “reflexo de uma vivência intensa que é representada com força primitiva e selvagem por parte da autora e vai ao encontro do seu conceito do belo”.

São abordados diversos com especial incidência no corpo humano, demorando-se mais a autora no nu feminino.

Teresa Paula Mendes Silva nasceu há 50 anos na cidade de Tomar, tendo aos 2 anos emigrado para França juntamente com os pais. Desde sempre mostrou aptidão para as artes (sendo que as suas brincadeiras eram desenhar e fazer esculturas em gesso). Considera o seu talento inato.

Foi em Portugal que estudou, tendo sido encaminhada para a Escola de Artes Decorativas António Arroio onde aprimorou a sua técnica. Continua a frequentar ateliês para melhorar a sua pintura. Participa com regularidade em exposições coletivas. Expôs o seu trabalho individualmente em abril de 2018 na Biblioteca Padre Manuel Antunes, na Sertã, e em agosto de 2019 na Casa da Cultura da mesma vila.

É presença habitual em concursos, tendo ganho o 2º lugar no Concurso de desenho e pintura “Padre João Maia” da Biblioteca Municipal de Vila de Rei, em 2017, com o trabalho “Eternamente… O Centro”. No mesmo concurso alcançou o 3º lugar em 2018, com “Fusão com o Escalvadouro”, e o 1º lugar, na edição de 2019, com “Saciação”.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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