Foto: JF Envendos

Decorreu no passado sábado a primeira edição do Festival de Acordeon, uma iniciativa da Junta de Freguesia de Envendos, concelho de Mação, que surpreendeu o presidente de junta João Luís Pereira (PS) reunindo dezenas de participantes. Com sala cheia, também o presidente fez o gostinho às teclas, juntando-se aos acordeonistas que compuseram a noite. João Luís Pereira deu nota “5/5”, sublinhando que fora um “excelente evento com sala cheia”, e, com certeza, a repetir.

Ao início da noite, contando com presença do autarca maçaense Vasco Estrela, da vereadora Margarida Lopes e do vereador Vasco Marques, inaugurou-se a obra de cobertura junto à sala que iria acolher o espetáculo, um espaço que segundo João Luís Pereira, presidente de junta de Envendos, irá servir a população e “dar muito jeito” para atividades recreativas e de lazer, tornando o espaço mais acolhedor e resguardando nas alturas em que o frio e a chuva se fizerem notar com mais intensidade.

Foto: JF Envendos

Descerrada a placa, com ajuda do presidente da CM Mação, Vasco Estrela, chega a hora de ocupar os lugares, enchendo a sala, para ouvir música tradicional portuguesa no típico registo do acordeão. Nomes conhecidos da região, e não só, fizeram soar este instrumento musical que impera na música tradicional portuguesa: Rodrigo Maurício, Bruno Gomes, Júlio Vitorino, Rodrigo Gomes e Daniel Serras fizeram parte do cartaz desta primeira edição.

João Luís Pereira, presidente de JF Envendos, (à esquerda), juntou-se à festa de acordeão em punho. Foto: JF Envendos

Houve ceia e boa disposição, nesta noite em que até o presidente de junta teve direito a juntar-se aos acordeonistas do serão, de mini-acordeão vermelho em punho.

Veja mais imagens deste primeiro Festival do Acordeon, em Envendos:

 

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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