O Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo associa-se ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios promovendo um debate sobre “O património cultural de Mação e o turismo sustentável”

O Museu de Arte Pré-Histórica de Mação promove esta terça-feira, 18 de abril, pelas 18 horas, um debate sobre as potencialidades do património cultural de Mação associado a atividades de turismo sustentável, isto é, sobre novas iniciativas associativas e privadas que podem ser promovidas, divulgando o património sem colocar em risco a sua integridade e conservação.

Integrado nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, conta com as intervenções do presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, do diretor científico do Museu, Luiz Oosterbeek, do historiador João de Matos Filipe e do coordenador da associação Pinhal Maior, Augusto Nogueira.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios (ICOMOS) a 18 de abril de 1982, e aprovado pela UNESCO no ano seguinte, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua proteção e valorização. Celebrando o património nacional, comemora também a solidariedade internacional em torno do conhecimento, da salvaguarda e da valorização do património em todo o mundo.

Em cada país é promovido anualmente um programa de atividades, com acesso geralmente gratuito. Em 2017, o  Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é dedicado ao PATRIMÓNIO CULTURAL E TURISMO SUSTENTÁVEL.

Este ano participam 670 entidades, distribuídas por 176 concelhos do Continente e dos Açores e da Madeira, através da realização de 910 atividades dirigidas a diferentes públicos (406 visitas guiadas/percursos orientados; 94 rotas patrimoniais/ itinerários culturais; 85 ateliês lúdicos/oficinas pedagógicas/ workshops; 59 exposições; 52 encontros/ conferências/ seminários; 50 espetáculos artísticos, 165 outras atividades).

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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