Mário Tropa. Foto: mediotejo.net

A próxima sessão do “À Conversa com…” terá dose dupla, esta sexta-feira, dia 30 de novembro, tendo como tema de intervenção o Centenário do Armistício da 1ª Grande Guerra. O orador será Mário Tropa Alves, um dos mentores desta iniciativa, que lança também um livro sobre “Mação na 1ª Grande Guerra”.

Nesta que será a 11ª sessão da 2ª série da iniciativa “À conversa com…”, o auditório do Centro Cultural Elvino Pereira receberá a partir das 21h00, a intervenção de Mário Tropa sobre o Centenário do Armistício da 1ª Grande Guerra, seguida da sessão de lançamento do livro “Mação na 1ª Grande Guerra: Militares do Concelho de Mação no CEP – Corpo Expedicionário Português: Flandres 1917-1918”.

Entre 1914 e 1918 partiram para a Guerra mais de 100 000 soldados. Destes, 225 eram de Mação, e é neste sentido que o livro “Mação na 1ª Grande Guerra” pretende garantir que, no futuro, “as memórias serão avivadas, contadas e perpetuadas para que a história não as esqueça”, lê-se na nota de imprensa enviada ao nosso jornal.

O autor do prefácio da obra é o autarca da Câmara Municipal de Mação, Vasco Estrela, sendo que o município é responsável pela edição deste livro. No seu texto, Vasco Estrela refere que “este livro que agora editamos, a exemplo de outros que recentemente tiveram o nosso decisivo contributo na sua edição, ajudará a perpetuar a história do nosso concelho e das gentes. A Câmara Municipal de Mação com estas edições pretende também deixar um legado aos vindouros, daquilo que foi, daquilo que é este concelho, do seu património, da sua história, do seu potencial. Temos por isso de agradecer àqueles que ajudaram a escrever a nossa história”.

Recorde-se que “À Conversa Com…” é uma iniciativa que ocorre em parceria com a Biblioteca Municipal de Mação, com entrada livre, e que acontece na última sexta-feira de cada mês, à noite, no Auditório do Centro Cultural Elvino Pereira. A entrada é livre.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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