A jovem Mariana S. Vieira, residente há um ano em Cardigos, lança o seu livro este sábado, no Centro Cultural de Mação. Foto: JF Cardigos

O Centro Cultural Elvino Pereira volta a acolher programação cultural este sábado, dia 24 de abril, com a apresentação do livro “A Lenda dos Liontári”, da jovem Mariana S. Vieira, residente em Cardigos. A sessão inicia às 18h30, contando com apresentação de André Flores.

Este livro é uma obra da jovem de 16 anos, Mariana Silva Vieira, nascida a 20 de dezembro de 2004, em Ilhabela, no litoral norte de Estado de São Paulo, Brasil.

Vive em Cardigos, concelho de Mação, há cerca de de um ano e pratica o ensino doméstico. Gosta de passear ao ar livre, de ler ficção, suspense, fantasia e biografias, sendo o seu autor favorito J.R.R.Tolkien.

“A Lenda dos Liontári” é uma obra lançada pela Editora “Lugar da Palavra”, tendo o livro contado com o apoio da Câmara Municipal de Mação, da Junta de Freguesia de Cardigos e da Fábrica de Velas Condestável para a sua publicação.

SINOPSE DO LIVRO

«Esta é a primeira parte da Lenda dos Liontári, que narra a história de três irmãos – dois rapazes muito idênticos e uma rapariga – que têm de percorrer a Terra em busca das três partes do medalhão que contém o poder de um antigo mago agraciado com dons extraordinários. Porém, acabou por se revoltar e, ao fazê-lo, o seu mentor teve de conter o seu poder no medalhão e, com muita dor no coração, aprisioná-lo na Montanha Escura.
Para proteger a Terra, os magos tentaram destruir o medalhão, mas todo o esforço foi em vão, já que só conseguiram parti-lo em três partes, que foram separadas e escondidas, em três diferentes cidades. e agora os três irmãos predestinados precisam de as encontrar e unir para que a paz volte a reinar.
Uma história que conta com a presença de Magdi, filho de Melahel, representando os mestiços; Alon III, filho de Alon II, representando os anões; Behael, o mago Branco, representando os magos; e Borys, Yidish e Brand Liontári, representando os humanos.
Um livro sobre grandes jornadas, imensas aventuras, criaturas fantásticas e reinos nunca dantes conhecidos. Esta é a história deslumbrante e inesquecível de um pequeno grupo para a paz, porque, como acreditam, “a única forma de se guardar a espada é tendo-a desembainhado”.»

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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