A iniciativa já corre pelas redes sociais, dando pelo nome de CROMA Solidária. Mas o mediotejo.net ajuda-o a desvendar um pouco do que acontecerá este sábado, dia 10 de fevereiro, pelas 21h30 no salão da Liga de Ortiga. Tudo acontece pela mão do grupo de teatro CROMA, que é como quem diz Canal Regional de Ortiga Mais Arredores, que fará um espetáculo solidário para com o ortiguense Arlindo Consolado Marques, o já afamado “guardião do Tejo”.

Com objetivo de ajudar o ambientalista a suportar as custas judiciais do processo interposto pela empresa Celtejo, de Vila Velha de Ródão, já sobejamente conhecido, o CROMA pretende recordar velhos tempos.

Explicou Vasco Dias, vice-presidente do CROMA e vogal da direção da LRM Ortiga, que “o espetáculo será uma reposição dos nossos espetáculos antigos”, contou, dando como exemplo as rapsódias.

“Teremos no público representação de duas personagens em que a Anabela Silva faz de Jaquina “Peixeira” e a Catarina Dias fará de Cecílio Sabino (marido da “Peixeira”)”, desvendou, dando indicação de que o tema será relativo à atualidade e às questões que têm envolvido a sustentabilidade do rio Tejo e da tradição das zonas ribeirinhas com ligação à pesca, caso da freguesia de Ortiga.

A entrada será gratuita, havendo lugares “sentados, em pé e no 1º andar se necessário”, garantiu o responsável. Quanto à angariação de fundos, esta “será feita através da compra de t-shirts com a estampa “Sou Arlindo”, sendo que cada uma terá um custo de 7,50 euros”, explicou. Caso as t-shirts não cheguem, poderão ser encomendadas posteriormente.

Por outro lado, a presidente da direção da LRM Ortiga, Cláudia Cordeiro, irá fazer um “peditório pelo salão”, estando também à venda no local pipocas para quem queira saborear melhor o espetáculo solidário.

“O dinheiro que conseguirmos arranjar será dado ao Arlindo Consolado Marques”, afirmou Vasco Dias.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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