Mação vai marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) com a apresentação do seu Parque Arqueosocial, um projeto inaugurado em 2022 e que combina a recriação de saberes pré-históricos com saberes tradicionais, representando os diferentes períodos da Pré-história à Idade dos Metais.
Na sexta-feira, 3 de março, às 11h50, decorrerá a apresentação do Arqueoparque Social “Andakatu”, e no sábado, 4 de março, às 15h30, a proposta do município de Mação passa por “Recriar o passado: o Parque Arqueosocial de Mação”.
A decorrer entre os dias 1 e 5 de março, na FIL – Parque das Nações, em Lisboa, o Parque Arqueosocial é assim, este ano, o cartão de visita de Mação no maior evento de Turismo do país, evento em que a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo se faz representar com o potencial dos seus 13 municípios.
Serão cinco dias, onde a CIM do Médio Tejo e os municípios que a compõem irão aproveitar para promover a região de forma conjunta, através do contacto direto com potenciais investidores e turistas, naquela que é considerada a maior feira do setor em Portugal.
O mote do ArqueParque é recriar a Pré-História na vila de Mação, ilustrando quatro diferentes épocas por via de construções fiáveis com auxílio dos investigadores do Museu de Mação.

O ArqueoParque Social Andakatu arrancou com o apoio do programa de inserção social POISE, ao qual o Instituto Terra e Memória se candidatou e viu o projeto ser aprovado.
A Câmara Municipal de Mação é parceira do ITM através do Museu de Arte Pré-histórica e do Sagrado do Vale do Tejo de Mação, tendo-se associado a este projeto com apoio logístico e financeiro.

O objetivo é tornar este parque um campo de experimentação de tecnologias pré-históricas e saberes tradicionais, onde os participantes – de qualquer idade, em visitas individuais ou em grupo – possam vivenciar processos produtivos do passado, nomeadamente ligados à agricultura, criação de gado, fabrico de utensílios e construção de diversas estruturas.
O ArqueoParque Social de Mação foi criado enquanto projeto cultural museológico ao ar livre, promovendo o encontro de gerações, combatendo a discriminação e estigmas relacionados com a idade, promovendo o envelhecimento ativo, a autonomia e independência e participação social dos mais velhos, enquanto referência educativa e pilares de coesão social na transformação do conhecimento e tradições ancestrais com os mais novos.

