Foto: CMM

No ano em que se assinalam 90 anos da criação da Freguesia de Ortiga, João de Matos Filipe, ortiguense de gema, foi o convidado da iniciativa “À Conversa com…” da passada sexta-feira, 23 de março, no Centro Cultural Elvino Pereira.

O investigador da história e das artes de Ortiga apresentou uma pequena resenha histórica da sua terra, desde um conjunto de povoados dispersos no início do século XX à Freguesia que se formou e que hoje se conhece, lê-se na nota de imprensa da autarquia.

João Filipe não deixou de sublinhar o esforço que os ortiguenses fizeram para que Ortiga fosse elevada a freguesia, notando a capacidade de organização e a necessidade da atuação do associativismo para o desenvolvimento das localidades e, com base em documentos históricos, ressalvou algumas personalidades de Ortiga e o seu contributo para aquela freguesia.

Foto: CMM

Refira-se que João Matos Filipe nasceu em Ortiga em 1947. É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, embora a sua atividade profissional não fosse desenvolvida primordialmente na área académica, sempre se manteve ligado à investigação, inicialmente colaborando em equipas de trabalho e mais tarde assumindo esse tipo de atividades como investigador independente.
É autor do livro “Cultura e Artes da Pesca Tradicional no Rio Tejo” – em Ortiga – Mação.

O próximo “À conversa com…” terá lugar dia 27 de abril, tendo como convidado Miguel Matias com o tema “Direito Penal e Defesa dos Direitos Fundamentais”.
A iniciativa “À conversa com…” decorre habitualmente na última sexta-feira de cada mês, às 21h00, no Auditório de CC Elvino Pereira, trazendo personalidades e temas de interesse para as gentes e concelho.

Assista à sessão na íntegra no vídeo abaixo:

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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