O Conselho Económico e Social (CES), presidido por António Correia de Campos, promove esta quinta-feira, dia 2, o Seminário “Economia da Floresta e Ordenamento do Território”, em parceria com a Câmara Municipal de Mação. A ação terá lugar no auditório do CC Elvino Pereira, entre as 9h30 e as 17 horas, e vai contar, entre outros, com a presença do ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos.

Com nova legislação no âmbito da Reforma das Florestas a ser aprovada em breve pelo Governo, o objetivo do encontro é ajudar à definição de políticas públicas baseadas na evidência, pretendendo o CES enriquecer a discussão, no Parlamento, do novo pacote legislativo, através de recomendações estratégicas, concretas e viáveis que melhorem a gestão da Floresta e o Ordenamento do Território, lê-se na informação do município.

O seminário conta com a participação do Ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, bem como de diversas entidades e dos parceiros sociais representados no CES, promovendo a discussão com múltiplas perspetivas – técnicas, económicas e sociais – que reforcem a sustentabilidade socioeconómica e ambiental do sector, no médio prazo, contribuindo para melhor ordenamento do território.

Programa:

09:30 – Sessão de abertura, com as participações de:

– Vasco Estrela, presidente da Câmara Municipal de Mação

– António Correia de Campos, presidente do Conselho Económico e Social

Painel 1 – Ordenamento do Território, Modelos de Gestão Agroflorestal e Gestão de Risco

09:45 – “Ordenamento florestal ou ordenamento territorial?”, por Pedro Bingre, professor adjunto do Instituto Politécnico de Coimbra;

10:05 – “Ameaças de um contexto mutante: modelos de gestão”, com as participações de:

– Tiago Oliveira et al., do Centro de Estudos Florestais da Universidade de Lisboa;

– Américo Carvalho Mendes, professor da Universidade Católica Portuguesa do Porto  e presidente da Associação Florestal do Vale do Sousa;

– António Louro, vice-presidente da Câmara Municipal de Mação;

11:05/11:20 – Debate com o público

Painel 2 – “Soluções de Gestão para Potenciar o Valor Económico da Floresta”

11:35 – “Externalidades ambientais dos espaços florestais – como retribuí-las no contexto das diversidades do território?”, por Lívia Madureira, professora auxiliar da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro;

11:55 – “Floresta e silvo pastorícia: como reduzir os riscos?”, com as participações de:

– Victor Louro, engenheiro silvicultor;

– Carlos Rio de Carvalho, presidente do Conselho de Administração da ERENA;

12:25 – “Como aumentar o valor?”, com as participações de:

– Tito Rosa, presidente da Liga para a Proteção da Natureza;

– António Loureiro, presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha;

12:55/13:15 – Debate com o público

Painel 3 – “Floresta e Território: Posição dos Parceiros Sociais”, com as intervenções de:

14:30 – Rogério Rodrigues, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF);

14:45 – João Paulo Catarino, da Unidade de Missão para o Interior;

15:00 – Luís Garra, da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional (CGTP-IN);

15:15 – Manuel Teodósio, da União Geral de Trabalhadores (UGT)

15:30 – Francisco Carvalho Guerra, da Confederação Empresarial de Portugal (CIP)

15:45 – João Soveral, da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP)

16:00 – António Abrantes, da Confederação do Turismo Português (CTP)

16:15 – José de Matos, da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP)

16:30 – Síntese e conclusões, com as participações de:

– Francisco Castro Rego, professor com Agregação no Instituto Superior de Agronomia

– João Ferreira do Amaral, professor Catedrático do Instituto Superior de Economia e Gestão

16:45 – Sessão de encerramento, por Luís Capoulas Santos, ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural;

Auditório do Centro Cultural Elvino Pereira (Rua Sacadura Cabral


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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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