Projeto Arqueosocial em Mação. Foto: CMM

No próximo sábado, 20 de julho, irá decorrer em Mação um dia aberto no Parque Arqueosocial do Andakatu, iniciativa que visa a conhecer este projeto inédito no país e, por outro lado, contribuir para a sua evolução por via da construção de novos elementos. As inscrições estão abertas para os interessados em participar neste dia.

A iniciativa parte do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, de Mação, e da Câmara Municipal, que convidam os cidadãos a fazer parte da evolução e continuidade do Parque Arqueosocial, participando nas novas construções deste espaço situado nas traseiras do Museu e das Piscinas Descobertas, junto ao Calvário.

As atividades vão decorrer das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 16h00, sendo que se irá realizar com um mínimo de 6 inscritos e aceitando um limite de 14 participantes.

Com este novo parque, está a ser requalificado nos últimos anos o espaço ajardinado do Calvário, junto à Capela e nas traseiras do Museu e das Piscinas Descobertas.

O objetivo é tornar este parque um campo de experimentação de tecnologias pré-históricas e saberes tradicionais, onde os participantes – de qualquer idade, em visitas individuais ou em grupo – possam vivenciar processos produtivos do passado, nomeadamente ligados à agricultura, criação de gado, fabrico de utensílios e construção de diversas estruturas.

O Parque Arqueosocial de Mação foi criado enquanto projeto cultural museológico ao ar livre, promovendo o encontro de gerações, combatendo a discriminação e estigmas relacionados com a idade, promovendo o envelhecimento ativo, a autonomia e independência e participação social dos mais velhos, enquanto referência educativa e pilares de coesão social na transformação do conhecimento e tradições ancestrais com os mais novos.

Mais informações através dos contactos 241 577 270 / museu@cm-macao.pt

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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