Foto ilustrativa: DR

As Festas de Santa Maria 2025 estão de volta ao concelho de Mação, oferecendo três dias de celebrações com animação musical e momentos religiosos, de 5 a 7 de setembro. O evento é organizado pela Junta de Freguesia de Mação.

As festividades começam na sexta-feira, 5 de setembro, com a abertura oficial do evento às 18h00, seguido da abertura do restaurante às 19h00. Os visitantes poderão desfrutar de pratos típicos da região, como frango assado, miolos à Mação, fataça escalada na brasa com açorda de ovas, bifanas e batata frita caseira.

À noite, a animação fica por conta da banda RH+ Música Positiva, às 22h00, seguindo-se o DJ Petter Nox a partir das 03h00.

O sábado, 6 de setembro traz mais animação, começando novamente com a abertura dos festejos e do restaurante às 18h00 e 19h00, respetivamente. Às 22h00, sobe ao palco a Banda Nova Onda, seguida pela atuação do DJ Kenliss às 03h00..

O domingo, 7 de setembro, será dedicado à componente religiosa das festas. Às 16h00, será celebrada a Eucaristia em honra de Santa Maria, seguida, às 17h00, pela tradicional procissão que percorre as ruas da localidade, acompanhada pela Banda Filarmónica da S.F.U.M. A festa encerra com a atuação de Marco Paulino, às 22h00.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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1 Comment

  1. Boa divulgação.
    Nos dias da Festas seria importante entrevistar visitantes e inquiri-los sobre o que pensam de Mação, dos seus povoados dispersos, do seu Futuro, quando o “fenómeno” da Desertificação não para, quando a Regionalização a nível nacional não é proposta nem preocupação dos sucessivos governos, quando o ordenamento do território ao não ser prioridade leva que ainda se continue a autorizar licenciamentos fora dos perímetros urbanos, com todos os impactos negativos e que acarreta a impossibilidade de levar à prática políticas de mobilidade sustentáveis e daí as populações continuarem isoladas e sem cobertura de transportes colectivos, agravando a coesão territorial e o necessário e urgente aprofundamento de sinergias das Comunidades Intermunicipais.
    Pela ausência de Políticas de Transporte que o Poder Central se mostra indiferente de implementar fora das áreas metropolitanas de Porto e Lisboa, o recurso ao veículo individual continua a crescer onde as Infraestruturas de Portugal não querem contribuir para o diálogo com os Municípios onde políticas já iniciadas e implementadas nas principais Cidades e Vilas de Portugal, como as Ciclovias, que seria um contributo para se iniciar maior Segurança Rodoviária se esses canais também proporcionasse a Segurança dos Peões e daqueles que de forma pedonal se querem deslocar e que nem em Passeios o podem fazer, porque chegados ao presente, vinte e cinco anos desde o início do século, não existem. Assim em Portugal e nos Concelhos mais interiores não consta nas prioridades dos governantes a defesa intransigente dos Passeios, pelo que não sendo, ou será? proibido caminhar nas laterais das Estradas, fica o retrato das prioridade que é dado à Mobilidade. Assim o incentivo à aquisição de automóvel continuará, logo o contributo para o agravamento dos GEE, gases de efeito de estufa, determinantes nas Alterações Climáticas que tendo se agravado nas últimas décadas promovem Catástrofes sem fim com todas as consequências que cada um poderá apreciar.
    Jornalismo é também perguntar em período de Festas pelas perguntas mais inconvenientes, como por exemplo, de forma civilizada e democrática, como terminam ou diminuem sucessivos incêndios que têm destruído a Paisagem e os fundamentais ecossistemas ecológicos em Portugal.

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