A CM Mação vai distinguir os 34 participantes na última edição do Concurso de Presépios e Montras de Natal numa cerimónia a ter lugar esta quarta-feira, dia 25 de janeiro, às 18h00, no salão nobre dos paços do concelho. A iniciativa é organizada desde há 7 anos e tem como grande objetivo envolver a comunidade maçaense na promoção da quadra natalícia, objetivo que, segundo a autarquia, se cumpriu uma vez mais em 2016.

A cerimónia conta com a entrega dos certificados de participação e dos prémios atribuídos aos 10 primeiros classificados no Concurso de Presépios e aos primeiros 5 no Concurso de Montras. Por deliberação em reunião de Câmara são ainda atribuídos dois prémios de mérito no valor de €250 cada, aos presépios da Serra e de Cardigos, pelo interesse público dos mesmos.

O Concurso de Presépios em Espaço Público teve este ano 25 participantes tendo como objetivos desafiar Instituições de Solidariedade Social, Associações e também munícipes a título particular do concelho para a concretização de “Presépios em Espaço Público”, devendo ser bem visíveis e visitáveis pela população criando, assim, um roteiro de presépios a visitar pelo concelho de Mação.

Já o Concurso de Montras de Natal teve 9 participantes sendo que se destinava a todos os comerciantes das várias freguesias do concelho de Mação cujos estabelecimentos — cafés, lojas e serviços— tivessem montra e que quisessem participar nesta iniciativa. O objetivo era o de promover a quadra natalícia e o comércio local.

Recorde-se que a Associação dos Bombeiros Voluntários de Mação venceu a 7º edição do Concursos de Presépios de Natal em espaço público, enquanto que o estabelecimento comercial Lar do Pescador, em Ortiga, venceu o Concurso de Montras. Ambos recebem um prémio de 275 euros.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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