Câmara Municipal de Mação. Foto: DR

O presidente da Câmara Municipal de Mação anunciou na reunião de executivo camarário que a autarquia irá deliberar um subsídio extraordinário a atribuir às IPSS do concelho para fazerem face às exigências perante a pandemia de covid-19. “Que não seja por falta de apoio por parte da Câmara que as pessoas não se sintam seguras”, disse o edil.

Tal prevê o apetrechamento em termos de equipamento de proteção individual e demais materiais que entendam por necessários, sendo que a autarquia já havia distribuído mais de 10 mil máscaras e atribuído, após o mês de abril, um apoio financeiro no valor de 1500 euros a cada instituição e aos Bombeiros.

Reconhecendo que o concelho que gere tem muita população envelhecida, com grande número de idosos institucionalizados em regime de lar, nota “a perigosidade do vírus”.

“Um concelho como o de Mação, com este número de IPSS e idosos institucionalizados em lar, a Câmara tem de estar muito presente e atenta a esta realidade. Iremos propor em reunião futura, provavelmente na segunda reunião de setembro, um apoio às IPSS para que possam reforçar a sua capacidade de equipamentos de proteção individual e outro tipo de materiais/equipamentos que sejam necessários para proteger quer os idosos, quer os trabalhadores. Iremos fazê-lo eventualmente sob a forma de subsídio, para que façam a gestão desse dinheiro da melhor maneira”, explicou Vasco Estrela, não estabelecendo ainda qual o valor em causa.

O autarca abordou ainda, em declarações à comunicação social, que o surto de covid-19, que atingiu grau 5 em termos de elos de transmissão, está controlado e “a caminhar para a normalidade” depois de “momentos complicados”. O concelho nos últimos dias atingiu mais de duas dezenas de casos confirmados.

“Já percebemos que as pessoas têm sido curadas com tempo, e temos de esperar, ser pacientes, e fazer o que tiver de ser feito para evitar a propagação do vírus. Na certeza de que vamos ter de continuar a viver com ele durante algum tempo, e aproxima-se o outono/inverno, e o país não aguenta parar. Temos de perceber como vamos todos viver com esta pandemia”, concluiu.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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