Depois de ter estado em discussão pública após a aprovação em sede de executivo camarário, o PMDFCI – Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Município de Mação, que irá estar em vigor entre 2021 e 2030, foi aprovado por unanimidade na sessão de Assembleia Municipal. Na ocasião o vice-presidente da autarquia, António Louro, voltou a explicar as linhas, obrigações e estratégia prevista no documento para a próxima década, alertando para os desafios futuros do território e revelando esperança no plano de modificação da paisagem para os municípios do Pinhal Interior Sul, promovido pelo Governo.
Refira-se que este documento resulta de atualização por imposição legal, o que sucede com outros municípios. O plano apresenta um estudo de diagnóstico e levantamento de características e informações acerca de todo o território do concelho, como a distribuição de população, ocupações do solo, frequência e efeitos dos incêndios.
António Louro, vice-presidente da Câmara Municipal de Mação e vereador com os pelouros da Agricultura e Floresta, Prevenção de Fogos Florestais e Proteção Civil, foi responsável pela apresentação do documento e explicou a génese e conteúdo aos eleitos municipais.
ÁUDIO | António Louro, vice-presidente da CM Mação
Aprovado em sede de executivo camarário, o novo Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Município de Mação 2021-2030 foi objeto de parecer prévio da Comissão Municipal de Defesa Contra Incêndios e de parecer vinculativo positivo do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas IP.
Com a aprovação deste novo plano, que estará em vigor entre 2021-2030, António Louro frisou que se inicia “a responsabilização não apenas do Município de Mação, mas das diferentes entidades com responsabilidade no território, que connosco partilham a necessidade de proteger as populações deste flagelo que são os incêndios florestais”.
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