Vista do miradouro da Serra do Corvo. Créditos: Rotas de Mação

A Anacom está a promover até dia 7 de fevereiro uma consulta pública relativa à cobertura de redes fixas de capacidade muito elevada no território nacional e sobre as opções existentes quanto à instalação, gestão, exploração e manutenção dessas redes nas “áreas brancas”, com recurso a financiamento público, designadamente da União Europeia.

A Câmara Municipal de Mação incentiva, por isso, os munícipes a enviarem o seu contributo, com a indicação destas “zonas brancas”, lê-se em comunicado enviado às redações. Poderão fazê-lo diretamente para a Anacom, até ao próximo dia 7 de fevereiro, em formato eletrónico, para o endereço: lg.coberturas@anacom.pt.

Quem assim considerar, pode enviar até dia 3 de fevereiro a sua contribuição para a Câmara Municipal de Mação, para o e-mail: cik@cm-macao.pt. Decorrerá, depois, uma exposição conjunta.

O objetivo final é garantir o acesso de toda a população a redes de capacidade muito elevada (Gigabit), tendo como propósito assegurar a cobertura de todo o território nacional, garantindo a cobertura de todos os agregados familiares por redes Gigabit até 2030, sendo consideradas como prioritárias as áreas de baixa densidade populacional, favorecendo a coesão territorial e a valorização dos territórios do interior.

Desta forma, pretende-se melhorar a atual situação do País, onde subsistem algumas falhas de mercado na cobertura do território nacional, sobretudo em áreas menos povoadas, facilitando a transição digital e promovendo a coesão económica, social e territorial.

Com os dados conseguidos será lançado, nos próximos meses, um concurso público internacional para a instalação, exploração e manutenção de redes de capacidade muito elevada nas zonas identificadas.

Mais informações:

https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1713763

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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