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No passado sábado, dia 16 de fevereiro, decorreu a sessão de acolhimento dos 17 novos alunos do Mestrado de Técnicas de Arqueologia e Paisagens Culturais que o Município de Mação, através do Museu, acolhe há vários anos, em parceria com algumas universidades. Durante os 5 meses em Mação os novos alunos irão ter formação em Gestão Integrada do Património.

Os novos alunos provêm de países como Canadá, Brasil, Espanha, China, França, Congo, Colômbia e Estados Unidos da América, Líbano, Equador, Senegal, Itália, Reino Unido, Grécia e Holanda, informa o município em nota de imprensa.

Em Mação os novos alunos irão ter formação em Gestão Integrada do Património, durante 5 meses, integrando o património e a arqueologia na economia e no desenvolvimento social.

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Luiz Oosterbeek, diretor do Museu de Mação e presidente do Instituto Terra e Memória, também responsável pelo Mestrado de Técnicas de Arqueologia e Paisagens Culturais, entende que o mesmo “marca um novo ciclo, tem uma ligação cada vez mais forte com os territórios de baixa densidade demográfica sendo o intenção construir, a partir de Mação, um plano de estratégias de gestão das paisagens pois não há um esforço global sobre os territórios com uma baixa densidade populacional, que deve acompanhar temas como as questões do clima e da segurança internacional”, lê-se na informação do município.

Por seu turno, Vasco Estrela, presidente da Câmara Municipal de Mação, também presente nesta cerimónia de boas-vindas dos alunos vindos do estrangeiro, mencionou a mais-valia desta integração destes estudantes na comunidade maçaense.

O autarca considerou que “é particularmente interessante receber estes jovens de tantas partes do mundo, jovens que convivem com os maçaenses, que se integram nas nossas atividades e o nosso dia-a-dia e que mexem também, de forma positiva, com a economia local”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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