Luís Sarmento e Beatriz Pereira vencem concurso de fotografia de Vila de Rei

Já são conhecidos os vencedores do 2º Concurso de Fotografia “Portugal Somos Nós”, dedicado à temática “Tradições e Ofícios”, organizado pela Associação Cultura de um Povo, de Vila de Rei. Luís Sarmento e Beatriz Pereira venceram nas categorias jovem e adulto, respetivamente.

Com um total de 47 participações, esta edição destacou-se pela “elevada qualidade das fotografias apresentadas, que refletiram com mestria as tradições e ofícios do nosso País. O processo de seleção dos vencedores foi um verdadeiro desafio para o júri, dada a excelência dos trabalhos submetidos”, lê-se em nota de imprensa enviada às redações.

VENCEDORES:
Categoria Jovens:
1º lugar – Beatriz Pereira, com “Chama da Tradição”
2º lugar – Daniela Alves, com “Pelas mãos se passa a tradição”
Categoria Adultos:
1º lugar – Luís Sarmento, com “Arte Xávega”
2º lugar – Luís Gonçalves, com “Verde Minho”
Menção Honrosa – Filipe Salgado, com “Magusto de Braga”

Todos os participantes irão receber uma lembrança em 3D, decisão tomada por unanimidade entre a organização e o júri. Os vencedores serão contactados ao longo da próxima semana para os procedimentos de entrega dos prémios.

Além disso, à semelhança da edição anterior, todas as fotografias participantes estarão em exposição na Biblioteca Municipal de Vila de Rei, com a data a ser anunciada brevemente.

A Associação Cultura de um Povo indica ainda que a temática 3ª edição deste concurso será anunciada em breve.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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