Livro 'Os valadores de Riachos' vai ser apresentado no Museu Agrícola. Foto: DR

Os valadores de Riachos’ é o resultado de uma investigação considerada pelo Município como “bastante rigorosa e completa”, levada a efeito pelo seu autor, em que o antigo ofício da valagem é alvo de uma abordagem histórica e etnográfica, tendo como protagonistas os próprios valadores, mais especificamente os valadores riachenses. Na sua investigação, o autor recorre a numerosas fontes bibliográficas, mas também a testemunhos orais, documentais e materiais das práticas, das técnicas e do valor simbólico da valagem.

José Manuel Martins fez toda a sua carreira profissional como militar da Força Aérea, que terminou no posto de tenente-coronel, ocupando vários lugares de comando e coordenando setores diversos, nomeadamente ao nível da formação. Paralelamente, fez uma licenciatura em Gestão de Recursos Humanos (2001) e um mestrado em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local (2014).

A sua atividade cívica é vasta, desde a participação política como presidente da Assembleia da Freguesia de
Riachos, na direção de associações de Riachos, como na Sociedade Velha Filarmónica Riachense, no Clube Atlético Riachense, no Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Riachos, no jornal “O Riachense” e outras atividades.

Atualmente, assume cargos de direção na Cooperativa Editora e de Promoção Cultural “o riachense”, na Associação para a Defesa do Património Histórico e Natural da Região de Riachos e é investigador
científico do NEstMAR, Núcleo de Estudos do Museu Agrícola de Riachos. Faz parte dos corais Litúrgico da Paróquia de Riachos e Polifónico da Associação “Cantar Nosso”, da Golegã.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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