Liberdade de expressão e direitos à privacidade em discussão no X Congresso Luso-Brasileiro. Foto: DR

O Instituto Politécnico de Tomar e Academia de Direitos Humanos dinamizam nos dias 19 e 20 de fevereiro o X Congresso Luso Brasileiro de Direitos Humanos. ‘Sociedade da Informação e Censura: a tutela jurídica da liberdade de expressão em meio ambiente digital’ é o mote para este evento que vai decorrer online.

Nesta décima edição, o congresso propõe a análise daquele que é um dos dilemas da sociedade contemporânea: a preservação da liberdade de expressão numa sociedade marcada pelo crescimento da radicalização e de regimes autoritários a nível mundial.

A iniciativa conta com a colaboração da Cátedra UNESCO de Humanidades e Gestão Cultural Integrada do Território e da Rede de Estudos Ambientais dos Países de Língua Portuguesa e pretende reunir juristas e especialistas para um debate que ajude a clarificar conceitos e opções possíveis, em Portugal e no Brasil.

“O Congresso é um importante e amplo espaço democrático destinado a assegurar a livre e ampla manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação em defesa da dignidade da pessoa humana no nosso Estado Democrático de Direito no âmbito do Direito Ambiental e do Desenvolvimento Sustentável”, explica a organização da iniciativa.

As sessões vão ser transmitidas no Youtube através dos links associados a cada palestra. O programa inclui mais de uma dezena de intervenções, das quais três serão protagonizadas por docentes do Politécnico de Tomar: Hália Santos, Paula Almeida e Luiz Oosterbeek.

A participação é gratuita, sendo obrigatória a inscrição prévia disponível AQUI.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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