Máscaras FFP2 são consideradas mais seguras para evitar contágio pelo SARS-CoV-2. Créditos: Pixabay

O “Parecer Técnico de Estratégias de Saúde Pública para as Eleições” a realizar a 30 de janeiro, divulgado pela Direção-Geral de Saúde, refere que não será permitido o uso de máscaras comunitárias (de pano ou tecido) pelos eleitores e que será obrigação das câmaras municipais garantir a distribuição de máscaras cirúrgicas ou FFP2 aos cidadãos que se apresentem nos locais de votação sem máscara ou com uma máscara comunitária.

Para minorar o risco de contágio de covid-19 é ainda recomendado aos eleitores que seja mantido o devido afastamento enquanto aguardam a sua vez para votar, bem como a desinfeção das mãos antes e depois de saírem do local da votação. Cada eleitor deve ainda levar consigo uma caneta própria.

A DGS determina também que os membros das mesas de voto deverão usar “máscara cirúrgica ou máscara FFP2, que deverá ser substituída a cada quatro horas”, bem como “bata com abertura atrás, de uso único e impermeável, manga comprida, punhos bem ajustados e que cubra toda a roupa”.

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