Constância revive a tradição com um desfile de marchas populares. Foto arquivo: Ricardo Escada/mediotejo.net

No sábado, 21 de junho, a vila de Constância volta a encher-se de cor, música e alegria com a iniciativa “Lá Vai a Marcha!”. A edição deste ano, que vai decorrer às 21h00 no centro histórico da vila, junta seis marchas e mais de 200 marchantes do concelho e da região envolvente para celebrar os santos populares.

Promovida pela Câmara Municipal de Constância, em parceria com as Juntas de Freguesia do concelho e várias entidades e pessoas da comunidade, o evento terá início às 21h00, com um desfile que parte do Largo Cabral Moncada, seguindo-se as atuações no largo em frente aos Pezinhos no Rio.

Mais de 200 marchantes vão participar nesta grande celebração popular, que conta com a presença das seguintes marchas:

• Marcha Jovem do Clube Estrela Verde, de Constância
• Marcha da Universidade da Terceira Idade, de Tramagal
• Marcha da Escola dos Sorrisos – Centro de Apoio a Idosos de Rio de Moinhos
• Marcha do Chão da Feira (Constância)
• Marcha da Freguesia de Montalvo
• Marcha da Freguesia de Santa Margarida da Coutada

As marchas serão acompanhadas pelas bandas:

• Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro
• Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Riomoinhense, de Rio de Moinhos

Para além de assinalar os Santos Populares, “Lá Vai a Marcha!” visa também dinamizar o centro histórico da vila e promover o envolvimento ativo da comunidade. Este evento destaca-se como um exemplo de colaboração entre as instituições e as populações das três freguesias do concelho e do vizinho concelho de Abrantes, reforçando os laços de proximidade e cooperação.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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