Tiago Ricardo, um jovem de Vale das Mós (Abrantes), estudante do ISEG – Lisbon School of Economics & Management, ex-dirigente da Associação Juvenil Cem Rumos e também presidente da Juventude Socialista de Abrantes, recebeu a medalha de mérito da Fundação Calouste Gulbenkian, relativa a uma de quatro distinções de participação cívica em todo o País.
Em nota de imprensa enviada às redações, Tiago Ricardo explica que a distinção, entregue por ocasião do Encontro Nacional de Bolseiros Gulbenkian, que decorreu nos dias 22 e 23 de fevereiro, em Lisboa, “reconhece o seu envolvimento cívico ativo enquanto dirigente da Associação Juvenil Cem Rumos, na organização de atividades e eventos como o Vale das Mós Summer Fest e na coprodução do documentário premiado ‘Em Ano de Safra’, que retrata tradições seculares da aldeia em que nasceu, e que foi também apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian”.
A estas atividades, segundo Tiago Ricardo na mesma nota, “juntam-se, entre outras, a representação que assume na Federação Nacional das Associações Juvenis e a cidadania ativa que exerce enquanto ‘opinion maker’ no jornal Observador”.

Tiago Ricardo, de 22 anos, é licenciado em Economia pelo ISEG, sendo atualmente Executive Assistant e investigador do Institute of Public Policy – Lisbon. Em 2023, foi um dos “Novos Talentos” de investigação
da Fundação Calouste Gulbenkian e recebeu os Prémios Banco de Portugal, ISEG Otelinda Silveira e Caixa Geral de Depósitos.

Recentemente, não se recandidatou à presidência da direção Associação Juvenil Cem Rumos. No passado sábado, 8 de março, foi substituído no cargo por João Espadinha. Porém, fala numa “jornada exigente, mas profundamente enriquecedora, marcada pela ambição de fazer mais e melhor por Vale das Mós e pelas suas gentes”, ao longo destes quatro anos.
Refere ainda “a execução de cerca de 240 mil euros” promovidos pela Associação “ao longo destes quatro anos, um volume de investimento sem precedentes no nosso contexto associativo local. Não obstante, no final, o resultado líquido destes quatro anos é positivo, demonstrando a responsabilidade financeira da coletividade”.

Na mesma nota destaca, particularmente, a “notoriedade e reconhecimento nacional” conquistados pelo festival Vale das Mós Summer Fest, assim como a continuidade e recuperação de “tradições que nos definem”.
Termina afirmando que “o caminho está traçado e acredito que o mais difícil foi feito”. Diz também acreditar “plenamente nas capacidades dos jovens que agora assumem sem medo este processo”.
