José Ribeiro expõe duas décadas de fotografia de natureza em Tomar. Foto: Luís Ribeiro

A Sala Multiusos do Complexo Cultural da Levada, em Tomar, acolhe a exposição “ANIMÁLIA – Fotografia de Natureza”, da autoria de José Ribeiro, uma mostra que reúne um conjunto de imagens captadas ao longo de cerca de 20 anos em diferentes paisagens de Portugal e Espanha.

Resultado de duas décadas dedicadas à fotografia de natureza, a exposição retrata a riqueza da fauna ibérica através de imagens que captam momentos únicos da vida selvagem, revelando um trabalho marcado pela observação, pela paciência e por uma profunda ligação ao território.

As fotografias, apresentadas em grande formato, ocupam a Sala Multiusos do Complexo Cultural da Levada, proporcionando um percurso expositivo que convida os visitantes à contemplação e à descoberta da diversidade do património natural.

Segundo o Município de Tomar, a mostra alia sensibilidade artística e rigor documental, procurando também sensibilizar o público para a valorização e preservação da biodiversidade.

A inauguração decorreu a 27 de junho e contou com a presença do autor, do vereador Samuel Fontes, de Ana Soares e Patrícia Romão, em representação do Município de Tomar, além de numerosos visitantes.

A abertura da exposição foi ainda assinalada por um momento de animação de inspiração tradicional, integrado na programação cultural do Complexo Cultural da Levada.

A exposição “ANIMÁLIA – Fotografia de Natureza” pode ser visitada até 30 de agosto, na Sala Multiusos do Complexo Cultural da Levada, convidando o público a descobrir um conjunto de imagens que cruzam expressão artística, documentação da vida selvagem e valorização da biodiversidade.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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