Jogos do Alto Alentejo regressam com cerca de 4 mil participantes. Foto: CIMAA

Cerca de quatro mil pessoas oriundas de 14 dos 15 concelhos do distrito de Portalegre vão participar nos Jogos do Alto Alentejo (JAA), iniciativa que arranca este domingo, dia 16, em Avis. A cerimónia de encerramento dos JAA irá realizar-se no dia 22 de junho, em Ponte de Sor.

A 23.ªedição dos JAA é uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e vai decorrer até ao dia 22 de junho naquela região.

Em declarações à agência Lusa, Duarte Claudino da CIMAA indicou que a organização espera acolher a participação de “3.500 a 4.000 pessoas” na edição deste ano, que vai realizar-se na maioria dos municípios do distrito de Portalegre.

“O número de participantes é muito semelhante ao do ano passado”, indicou, referindo que os intervenientes são oriundos de 14 dos 15 concelhos do distrito, à exceção do concelho de Monforte, que há vários anos não participa neste evento.

Este ano, salientou, existem “algumas diferenças no número de modalidades, porque é um projeto que se consegue adaptar, felizmente, às realidades e conforme as tendências”.

De acordo com o responsável, vão estar em prática “entre 25 a 30” modalidades desportivas, existindo também atividades vocacionadas para os participantes portadores de deficiência.

Além deste fator, a edição de 2025 dos JAA lançam também “uma aposta dirigida ao público mais jovem” com o regresso das modalidades de ténis de mesa e ‘badminton’, que “há vários anos” estavam afastadas do evento.

A iniciativa, aberta a todas as idades, engloba igualmente modalidades desportivas como o ‘padel’, natação, futsal, pesca desportiva, hidroginástica, cicloturismo ou canoagem, entre outras. De acordo com o dirigente da CIMAA, a cerimónia de encerramento dos JAA irá realizar-se no dia 22 de junho, em Ponte de Sor.

C/Lusa

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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