João Vaz atua no sábado em Fundada, Vila de Rei. Foto: JV

O Largo do Mercado na aldeia de Fundada, em Vila de Rei, vai ser palco de uma noite dedicada à música tradicional portuguesa com o espetáculo “João Vaz Convida… – Ao Sabor do Fado e da Guitarra Portuguesa”, agendado para sábado, 21 de junho, às 21h00.

O evento, promovido pelo município de Vila de Rei, contará com a participação do músico João Vaz na guitarra portuguesa, que convida os artistas Alexandre Silva, na viola, e as vozes de Rita Inácio e Diogo Pombas, prometendo uma atuação envolvente e intimista ao som do fado.

De entrada livre, a iniciativa pretende valorizar a cultura e identidade musical portuguesa, proporcionando ao público uma experiência única onde se cruzam tradição, emoção e talento.

João Vaz tem raízes em Mação e vive em Abrantes desde os dois anos. Começou por aprender guitarra clássica no Orfeão de Abrantes e passou pelo Coral Phydellius, em Torres Novas. Com os avós maternos em Mação, aproveitou o facto de o Conservatório de Tomar ali ter um pólo para continuar os estudos.

Aos 14 anos, num concerto de Ana Moura, em Abrantes, apaixonou-se pela guitarra portuguesa ao ouvir Custódio Castelo (que viria a ser o seu mestre), junto com Jorge Fernando e Filipe Larsen. Passou então a ter aulas de guitarra portuguesa no Entroncamento com Jorge Manuel.

Seguiu-se a licenciatura e mestrado em guitarra portuguesa na Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART) do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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