Foto: DR

O IV Encontro de Historiadores Regionais do Ribatejo tem lugar na Golegã, este sábado, dia 1 de abril. Pelo quarto ano consecutivo, os Historiadores Locais do Ribatejo reúnem-se para se conhecerem e assim desenvolverem cumplicidades na sua área de trabalho, para darem a conhecer o resultado dos seus trabalhos e, nos últimos anos, para conhecerem melhor os arquivos existentes na região.

Este ano vão dar-se a conhecer o Arquivo Diocesano de Santarém, o Arquivo Municipal de Benavente, os arquivos históricos de Coruche e o arquivo particular de Joaquim Garrido.

Na ocasião, vai ainda ser apresentado pelo presidente da Câmara Municipal de Golegã o projeto do Centro de Documentação do Ribatejo (CDR), a criar por aquela Câmara. Nesse momento, será feita a entrega pelos presentes no Encontro de um conjunto de edições a integrar o referido CDR que resulta de uma sugestão surgida no I Encontro e construído em colaboração com o Fórum Ribatejo.

O IV Encontro de Historiadores Regionais do Ribatejo tem início às 10h00, no Equuspolis, na Golegã, e termina pelas 17h00.

O Encontro de Historiadores Regionais do Ribatejo é uma iniciativa do Fórum Ribatejo com o apoio da Câmara Municipal da Golegã, sempre no início de Abril. No segundo semestre tem lugar um “encontro temático” cujo objectivo é estimular e divulgar conhecimento sobre a História do Ribatejo.

Deste o início, já foram realizados os seguintes encontros temáticos: “História da Ferrovia no Ribatejo”, no Entroncamento, em 2014, “O Culto Mariano no Ribatejo e as aparições de Fátima”, em Ourém, em 2015, e “O Ribatejo e a Grande Guerra”, em Montalvo / Constância, em 2016. Para Outubro deste ano de 2017, está em preparação o encontro sobre “O Ribatejo e a República”, no Cartaxo.

O Fórum Ribatejo é uma plataforma informal de homens e mulheres do Ribatejo que se articulam entre si e tomam algumas iniciativas em prol do Ribatejo. O Encontro de Historiadores Locais do Ribatejo é uma delas e vai na quarta edição.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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