Milhares de viaturas passam por dia pela ponte da Chamusca (Foto: mediotejo.net)

Ao longo dos últimos anos o investimento em infraestruturas rodoviárias passou a ser diabolizado por um conjunto de agentes políticos e da sociedade, nomeadamente os que conhecem mal o território nacional e as necessidades do nosso interior. Obviamente que foram cometidos erros no passado, e hoje devemos procurar todos os consensos para os evitar.

Entre os principais ataques sofridos a esses investimentos, alguns vieram do anterior Governo, que o considerou como uma prioridade negativa a nível de fundos comunitários, além de um constante ataque ideológico.

A verdade é que existe ainda muito por fazer. A nível de infraestruturas rodoviárias no país certamente o IP3 em perfil de auto-estrada, resolvendo uma das mais trágicas vias nacionais que serve uma importante região do interior, ligando as cidades de Coimbra e Viseu.

A nível da nossa região também existem soluções necessárias. A nível da resolução dos condicionamentos na travessia do Tejo, no Eco Parque do Relvão e no concelho de Constância. Além desses investimentos, necessariamente mais avultados, temos algumas pequenas obras, com destaque para N361 em Alcanena que merece todo o empenho na sua resolução.

Enquanto deputado à Assembleia da República tenho procurado ajudar na solução destas questões. É esse o meu compromisso de responsabilidade e proximidade.

Hugo Costa, 42 anos. Economista, deputado e presidente da distrital de Santarém do PS.

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