Tomar encerra Mata dos Sete Montes até terça-feira devido ao tempo quente e seco. Foto: DR

A Mata dos Sete Montes, em Tomar, vai estar encerrada a partir deste domingo e até ao final do dia da próxima terça-feira, dia 23 de agosto, devido ao tempo quente e seco previsto para estes dias, com “proibição de acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais”.

A medida foi tomada na manhã deste sábado, em despacho da presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas, na sua qualidade de presidente da Comissão Municipal de Proteção Civil, tendo em conta a declaração de situação de alerta devido ao tempo quente e seco com “proibição de acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais”.

Esta decisão de encerramento já havia ocorrido em julho, medida que adveio então do despacho conjunto de declaração da situação de contingência para todo o território continental, que estabeleceu a “proibição de acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem”, excetuando o “acesso, a circulação e a permanência de residentes permanentes ou temporários e de pessoas que ali exerçam atividade profissional”.

Tomar encerra Mata dos Sete Montes até terça-feira. Foto: DR

Parte mais importante da antiga cerca conventual do Convento de Cristo, a vegetação frondosa da Mata dos Sete Montes esconde um templo miniatural: a Charolinha. É o principal parque da cidade de Tomar, com cerca de 39 hectares, desenvolvendo-se na planície ao cimo da avenida Dr. Cândido Madureira e acompanhando de longe, as muralhas do castelo que se erguem a um nível superior.

Aqui coexistem jardins de buxo francês, de traçado geométrico, simples e regulares dispostos simétricos a um eixo, e uma mata com ciprestes, oliveiras centenárias, pinheiros mansos e carvalhos. Tem percurso de manutenção e parque de merendas.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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