Ex-bombeiro do Sardoal condenado a seis anos e seis meses de prisão por atear fogos. Foto arquivo: DR

O Município de Sardoal, através do Gabinete de Proteção Civil, Florestal e Bombeiros, vai realizar na terça-feira, 27 de junho, cerca das 15h00, um exercício de confinamento na aldeia de Santa Clara, em Alcaravela.

O exercício em causa, ao abrigo do programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, pretende simular e testar o processo de evacuação e confinamento da população da aldeia, em caso de incêndio rural, devendo os habitantes deslocar-se para o abrigo coletivo previamente definido, que se localiza no edifício da Junta de Freguesia.

Será simulada a ocorrência de um incêndio rural, desenvolvendo-se este com muita intensidade, sendo que irá afetar a localidade de Santa Clara, ocorrendo a participação da Proteção Civil, Bombeiros Municipais, GNR, Junta de Freguesia de Alcaravela, população, entre outras entidades.

Recorde-se que “Aldeia Segura” é um Programa de Proteção de Aglomerados Populacionais e de Proteção Florestal, destinado a estabelecer medidas estruturais para proteção de pessoas e bens, dos edificados na interface urbano-florestal, com a implementação e gestão de zonas de proteção aos aglomerados e de infraestruturas estratégicas, identificando pontos críticos e locais de refúgio.

“Pessoas Seguras” visa promover ações de sensibilização para a prevenção de comportamentos de risco, medidas de autoproteção e realização de simulacros de planos de evacuação, em articulação com as autarquias locais.

Um Exercício de confinamento é um exercício de movimentação da população para os locais de abrigo e de refúgio – ações destinadas a executar os procedimentos de deslocação da população do aglomerado para o local de abrigo (em espaço fechado) ou de refúgio (em espaço aberto) durante a passagem de um incêndio rural, nos casos em que tal seja a opção mais viável ou a única possível.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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