Esta segunda-feira, dia 4 de março, pelas 09:00, terá lugar na praça 5 de outubro o arranque da operação "Floresta Segura 2019" no concelho de Torres Novas. Foto: DR

Esta segunda-feira, dia 4 de março, pelas 09:00, terá lugar na praça 5 de outubro o arranque da operação “Floresta Segura 2019” no concelho de Torres Novas, com a formatura geral das entidades envolvidas e a realização, de seguida, de uma ronda para georreferenciação dos terrenos que careçam de gestão de combustíveis, por forma a analisar as prioridades de intervenção.

Esta operação conjunta de Defesa da Floresta envolve os militares do Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS) da Unidade de Intervenção da GNR, os bombeiros voluntários, o Serviço Municipal de Proteção Civil e o Gabinete Técnico Florestal da autarquia, contando ainda com a participação dos autarcas locais (vereadores e representantes das juntas de freguesia).

Esta ação de sensibilização abrange todo o território nacional e visa identificar situações de incumprimento na manutenção de terrenos florestais, alertar pedagogicamente para a necessidade da respetiva limpeza pelos proprietários e divulgar procedimentos em matéria de uso do fogo em queimas e queimadas, remoção de matos, manutenção de faixas de gestão de combustível e medidas de proteção de aglomerados e de autoproteção, atuando preventivamente, em cooperação com as entidades locais, a fim de minimizar o número de ocorrências de incêndios florestais durante a denominada época crítica.

Recorde-se que, no âmbito da operação Floresta Protegida 2018, foram identificados um total de 182 terrenos em risco no concelho de Torres Novas, tendo sido alcançada uma taxa de sucesso de 81% de cumprimento voluntário da limpeza dos mesmos, superior à média distrital que foi de 73%. Foram levantados pela GNR 34 autos e recebidas 29 denúncias, notando-se uma descida de 29,6% no número de ignições em relação a 2017.

A GNR deu início no dia 18 de fevereiro, em Ferreira do Zêzere, à operação Floresta Segura no distrito de Santarém, em sessões que vão decorrer até 28 de março com o objetivo de alertar e sensibilizar as populações para a limpeza da vegetação à volta das edificações e que junta militares, bombeiros, sapadores florestais e autarcas.

Todos os proprietários de terrenos localizados em espaços rurais têm até 15 de março para limpar o mato e podar árvores junto a casas isoladas, aldeias e estradas, evitando coimas por incumprimento, que variam entre 280 e 120.000 euros.

Esta segunda-feira, dia 4 de março, pelas 09:00, terá lugar na praça 5 de outubro o arranque da operação “Floresta Segura 2019” no concelho de Torres Novas. Foto: DR

Floresta segura/sessões programadas:

Dia 4 de março:

9h00 – concelho de Torres Novas;

Dia 6 de março:

9h00 – concelho de Abrantes;

Dia 8 de março:

9h00 – concelho da Chamusca;

Dia 11 de março:

9h00 – concelho de Vila Nova da Barquinha;

16h30 – concelho de Constância;

Dia 12 de março:

9h00 – concelho do Sardoal;

11h00 – Escola Básica n.º 1 – Vale da Pedra – Cartaxo;

14h00 – Escola Básica n.º 1 – Azinhaga – Golegã;

Dia 13 de março:

9h00 – concelho de Mação;

Dia 14 de março:

9h00 – concelho de Benavente;

16h30 – concelho do Cartaxo;

Dia 15 de março:

9h00 – concelho de Almeirim;

14h00 – concelho de Alpiarça;

17h00 – concelho da Golegã;

Dia 18 de março:

11h30 – Centro Escolar da Asseiceira – Rio Maior;

Dia 20 de março:

9h30 – Escola Básica n.º 1 – Frade de Baixo – Alpiarça;

Dia 21 de março:

9h30 – Escola Básica n.º 1 – Parreira – Chamusca;

10h30 – Escola Básica n.º 1 – Praia do Ribatejo – Vila Nova da Barquinha;

Dia 22 de março:

9h00 – Escola Básica n.º 1 – Benfica do Ribatejo – Almeirim;

14h00 – Escola Básica n.º 1 – Malhou – Alcanena;

Dia 28 de março:

10h30 – Centro Escolar de Olaia/Paço – Torres Novas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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