14h00 – O incêndio que teve ontem início em Fontes, Abrantes, mobilizava às 14h00 desta segunda-feira, segundo um ponto de situação da Proteção Civil, 564 operacionais, apoiados por 184 meios terrestres e 5 meios aéreos.
08h30 – O incêndio que deflagrou no domingo no concelho de Tomar foi extinto pelos bombeiros durante a noite, mas o fogo em Fontes, Abrantes, continua complicado, estando as chamas ainda por controlar. Às 8.30 de hoje estavam no terreno 443 bombeiros, apoiados por 142 viaturas e seis meios aéreos.
De acordo com o comandante Filipe Regueira, do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, cerca de meia-noite, o incêndio em Tomar estava “quase todo em conclusão, havendo apenas alguns pontos quentes, e nas próximas horas deverá ser dado como extinto”, situação que veio a confirmar esta manhã.
Já o incêndio em Abrantes, estava mais complicado, pois é “uma zona com uma orografia difícil, com muitos declives, o que dificulta o combate”, disse o comandante, indicando que cerca das 00:00 estavam no local a combater as chamas 283 operacionais, apoiados por 97 veículos, números que foram reforçados durante a madrugada.
O alerta para o fogo de Tomar, que deflagrou na freguesia de Olalhas, foi dado às 17:36.
Contudo, conforme tinha explicado anteriormente à Lusa o comandante Filipe Regueira, “uma projeção” deste fogo fez com que as chamas atingissem também o concelho de Abrantes, cerca de meia hora mais tarde, na freguesia de Fontes.

21h00/Domingo – Centenas de operacionais estão a combater um incêndio que deflagrou esta tarde “com muita violência” em Montes (Olalhas) no concelho de Tomar, e que passou para a freguesia de Fontes, no município de Abrantes. O fogo tem quatro frentes ativas nos dois concelhos e a orografia e o forte vento que se faz sentir são dois dos principais obstáculos ao trabalho dos operacionais.
Num fim de semana alargado, com festas nas aldeias e com muitas pessoas de férias na albufeira de Castelo de Bode, a preocupação passa por proteger pessoas e bens, ao mesmo tempo que se procede ao combate às chamas, com reforço de meios no terreno durante a noite. A direção do vento está a empurrar o incêndio de Tomar para o rio, para o lado de Abrantes, com Fontes e Maxial na linha das chamas.

Pelas 20:30, as chamas estavam a ser combatidas por 260 operacionais, apoiados por 80 viaturas e 10 meios aéreos, com estes últimos a deixarem o combate a essa hora. De acordo com o comandante Filipe Regueira, do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, o fogo está “a progredir com muita violência” nas duas margens do rio Zêzere, nos concelhos de Tomar e de Abrantes, e a expectativa é que as baixas temperaturas noturnas permitam dominar o incêndio até o dia nascer. O comandante deixou ainda um apelo às pessoas para que nãos e dirijam para o local de modo a não entupirem as vias de comunicação, uma vez que há centenas de viaturas dos bombeiros a circular por estas localidades.
ÁUDIO | FILIPE REGUEIRA, CDOS/COMANDANTE BOMBEIROS ALCANEDE
Ainda de acordo com o comandante Filipe Regueira, dada a “violência e velocidade” do incêndio e o vento forte que se faz sentir no local, não foi possível retirar ninguém das habitações dispersas que existem na zona, tendo-se optado por fazer “o confinamento” das pessoas nas casas.
O comandante do CDOS de Santarém explicou também que o alerta para o incêndio foi dado às 17:36, na freguesia de Olalhas, concelho de Tomar. Contudo, “uma projeção” deste fogo fez com que as chamas atingissem também o concelho de Abrantes, cerca de meia hora mais tarde, na freguesia de Fontes, acrescentou Filipe Regueira.
O fogo tem neste momento quatro frentes ativas, duas no concelho de Abrantes e “pelo menos duas frentes” no município de Tomar, disse ainda o comandante de serviço ao CDOS de Santarém.

De acordo com a informação disponível no ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, pelas 20:45 combatiam o incêndio que deflagrou no concelho de Tomar 149 operacionais, apoiados por 46 viaturas.
O fogo que lavra no concelho de Abrantes, e que teve origem numa projeção do incêndio de Tomar, estava à mesma hora a mobilizar 119 operacionais e 42 viaturas.

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