Foto:@PedroAbranchesD'AguiarMateus

12:30 – O incêndio que deflagrou às 17:08 de domingo na localidade de Amenta, freguesia de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais, no concelho de Ourém, encontra-se em resolução e conta com um total de 202 homens, apoiados por 65 meios terrestres.

Cerca de 950 operacionais combatem hoje de manhã três incêndios de grande dimensão nos distritos de Coimbra, Braga e Santarém, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

De acordo com a ANPC, pelas 10:40, o incêndio que deflagrou na noite de sexta-feira na localidade de Castanheira, na freguesia de Fajão-Vidual, no concelho de Pampilhosa da Serra, distrito de Coimbra, mobilizava 633 operacionais, apoiados por 186 meios terrestres e cinco meios aéreos, no combate a quatro frentes.

O Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil em Pampilhosa da Serra foi ativado na tarde de domingo devido ao fogo, que levou ao corte de vias, nomeadamente da Estrada Nacional 344, entre Castanheira e Cepos, e das Estradas Municipais 344, 547 e 14-0.

O fogo que deflagrou às 17:56 de domingo na localidade de Codeçoso, no concelho de Celorico de Bastos, no distrito de Braga, era combatido por 52 homens, apoiados por 16 viaturas e um meio aéreo.

Estes dois fogos estão ainda incluídos nas “ocorrências importantes” (com duração superior a três horas e mais de 15 meios de proteção e socorro) da página da Proteção Civil.

C/LUSA

21:00 – Mais de duzentos bombeiros combatiam às 20:50 um incêndio florestal em Ourém, e um outro em Tomar, anuncia a página na internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

A Proteção Civil sintetiza que o incêndio de Ourém começou às 17:08 na localidade de Amenta, freguesia de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais e o de Alviobeira, em Tomar, às 20:30, ambos em povoamento florestal.

As chamas, ainda de acordo com a ANPC, estão também a ser combatidas por 206 operacionais e 66 meios terrestres, em Ourém, e por 15 operacionais e 5 meios terrestres em Tomar.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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