Relógios atrasam uma hora na madrugada de domingo. Foto: DR

Em Portugal os relógios devem ser atrasados uma hora na madrugada de domingo, 26 de outubro, das 02:00 para a 01:00, e a hora legal muda do regime de verão para o regime de inverno. Isso significa mais tempo de descanso na noite da transição, mas também tardes mais curtas e com menos luz natural.

O horário de inverno é o período do ano em que os relógios são atrasados em uma hora, marcando o início da estação mais fria. Este horário é ajustado para aproveitar ao máximo as horas de luz natural durante o dia e alinhar as atividades diárias ao ritmo biológico do corpo humano.

Em conformidade com a legislação em vigor, a hora legal em Portugal continental e nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores mudam no dia 26 de outubro.  No continente e na Madeira, a hora será “atrasada 60 minutos às 2 horas de tempo legal (1 hora UTC) do dia 26 de outubro”, sublinha o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) no seu site oficial.

Já nos Açores, as ‘regras’ são semelhantes, com uma ressalva, dado o fuso horário. A hora será “atrasada 60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 26 de outubro”.

O horário de inverno de 2025 terá fim apenas na primavera seguinte, ou seja no domingo, 29 de março de 2026, quando os relógios serão novamente adiantados uma hora para dar início ao horário de verão.

A União Europeia discute o fim da mudança de hora desde 2018, um tema controverso, com o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia a proporem o fim desta prática. Os governos nunca chegaram a acordo e desde então que nada aconteceu. Agora, Espanha vai de novo propor a abolição da mudança sazonal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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