Sporting de Tomar empata em Itália e continua na luta pelo apuramento para a final four da Liga Europeia de clubes. Foto: mediotejo.net

O Sporting Clube de Tomar venceu no sábado a equipa francesa do La Vendéenne por 4-2, na 6ª e última jornada da fase de grupos da Liga Europeia em hóquei em patins, e assegurou uma presença histórica na final four, a disputar em maio em Portugal, no Palácio dos Desportos, em Torres Novas.

Em França, o conjunto luso impôs-se com golos de Ricardo Oliveira, aos 14 e 16 minutos, vantagem que foi ampliada por Lucas Honório no início do segundo tempo, aos 27 minutos.

Somente sete segundos mais tarde, Erwan Debrouver reduziu para 3-1, contudo o conjunto luso nunca perdeu o controlo e aumentaria para 4-1 aos 46 minutos, por Tomás Moreira, antes de Nathan Gefflot fazer o definitivo 4-2, a 45 segundos do fim.

Com esta vitória a equipa treinada por Nuno Lopes assegurou o segundo lugar do grupo A, com 12 pontos, a dois do líder Trissino, que já estava apurado. No Grupo B as equipas apuradas foram o Valongo e os italianos do Sarzana.

A Final Four da Liga Europeia de Hóquei em Patins disputa-se nos dias 14 e 15 de maio, no Palácio dos Desportos de Torres Novas e já são conhecidos os jogos das meias finais.

A equipa tomarense vai defrontar o Valongo, duelo entre equipas portuguesas, ao passo que o Trissino defronta o Sarzana, num jogo entre equipas italianas. A final disputa-se no dia 15 de maio.

Sporting de Tomar vence em França e está na final four da Liga Europeia. Foto: SC Tomar

De recordar que atual edição da Liga Europeia de hóquei em patins conta apenas com duas equipas portuguesas, Sporting de Tomar e Valongo, uma vez que Sporting, FC Porto, Oliveirense, Benfica e Óquei de Barcelos autoexcluíram-se em desacordo com o novo formato da prova. 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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