Homem detido em Abrantes por violência doméstica contra companheira. Foto ilustrativa: DR

O Comando Territorial da GNR de Santarém, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas, constituiu arguido um homem de 26 anos por violência física e psicológica contra a ex-companheira, de 21 ano, no concelho de Vila Nova da Barquinha e apreendeu armas e munições, revelou hoje aquela força policial.

Em comunicado, a GNR de Santarém disse que, no âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da Guarda realizaram diligências policiais que permitiram apurar que o suspeito exercia violência psicológica e física contra a vítima, sua ex-companheira de 21 anos.

No decorrer da ação foi dado cumprimento a quatro mandados de busca, três domiciliárias e uma em veículo, que culminou na apreensão de uma arma de fogo, diversas munições de diferentes calibres;, e duas pistolas de alarme.

O detido foi constituído arguido e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Santarém.

Homem detido na Barquinha por violência doméstica e posse de armas. Foto: GNR

A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva, lembra a GNR

Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica participe:

  • No Portal Queixa Eletrónica, em queixaselectronicas.mai.gov.pt;
  • Via telefónica, através do número europeu de emergência: 112;

Na aplicação SMS Segurança, direcionada a pessoas surdas em www.gnr.pt/MVC_GNR/Home/SmsSeguranca.

No Posto da GNR mais próximo à sua área de residência, tendo os nossos contactos sempre à mão em www.gnr.pt/contactos.aspx;

Na aplicação App MAI112 disponível e destinada exclusivamente aos cidadãos surdos, em http://www.112.pt/Paginas/Home.aspx;

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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