O ministro da Administração Interna disse hoje, em Santarém, que existe “espírito aberto” para estudar experiências de outros países para reduzir a sinistralidade rodoviária e que, no primeiro semestre do ano, serão tomadas “medidas efetivas” para que 2018 apresente “melhores resultados”.

Eduardo Cabrita falava no final da assinatura de um protocolo “precursor” entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), para a Promoção da Segurança Rodoviária nos 11 municípios que integram a CIMLT, iniciativa que afirmou querer ver replicada noutras regiões do país.

Questionado sobre a possibilidade de ser introduzida fiscalização aérea da velocidade rodoviária, hoje referida pelo secretário de Estado da Proteção Civil, o ministro afirmou que essa “é uma possibilidade” que existe em alguns países e que Portugal vai “estudar e seguir com muita atenção” experiências em curso, dando ainda como exemplo a decisão francesa de redução da velocidade máxima nas estradas nacionais de 90 para 80 quilómetros/hora.

“Não vamos adotar, mas vamos estudar e seguir com muita atenção aquilo que vai ser feito em França. Queremos trazer o conhecimento e trazer a melhor experiencia técnica, académica e cientifica para as soluções que é necessário implementar”, declarou, acrescentando que existe “espírito aberto” e, para já, o compromisso de fazer no resto do país o que hoje foi acordado em Santarém.

Agência Lusa

Agência de Notícias de Portugal

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *