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O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas prometeu hoje que “em breve” haverá notícias sobre a eventual redução das portagens nas autoestradas do Interior, mas não confirmou um desconto de 30% para os pesados de mercadorias.

“Em breve vamos ter notícias sobre essa matéria, certamente mais cedo do que mais tarde”, afirmou Pedro Marques, na Covilhã, distrito de Castelo Branco, em resposta às questões dos jornalistas sobre as informações de que os pesados de mercadorias vão passar a ter um desconto de 30% nas antigas Scut (vias sem custos para os utilizadores).

A falar à margem de uma visita realizada às obras de requalificação da Linha da Beira Baixa no troço Covilhã/Guarda, Pedro Marques não confirmou se as notícias apontadas correspondem à verdade e começou por salientar que já foi implementada, há cerca de dois anos, uma redução que abrangeu todos os utentes e que “permitiu poupar muitos milhões de euros às populações”.

O governante ressalvou depois que, na sequência dessa medida, “o Governo também sempre se mostrou disponível para continuar a avaliar as suas políticas e a aprofundá-las”, em particular no que respeita “ao fomento da fixação de atividades económicas, ao fomento da circulação de bens, de mercadorias e de serviços nas regiões do Interior”.

Assim sendo, prometeu novidades para breve, mas não quis referir se as eventuais medidas se destinam apenas ao transporte de mercadorias, nem tão pouco se o anúncio será antes ou depois de ser conhecido o Orçamento do Estado.

“Em breve haverá notícias sobre essa matéria, sobre esse nosso desígnio de, também através das autoestradas e das portagens, podermos fomentar a localização de atividade económica no Interior e também na Beira Baixa”, reiterou.

Agência de Notícias de Portugal

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1 Comment

  1. As portagens na A23 entre a A1 e Abrantes bem como na A13 entre a Atalaia e Tomar não se justificam na medida em que eram troços da JAE que estavam pagos e satisfeitos. Por outro lado, o preço/Km nas auto-estradas do interior onde se incluem a A23 e a A13, custam o dobro do que se paga na A1. Portanto se cortarem 50%nos altos preços actuais não fazem favor nenhum. Mas as pessoas têm que se movimentar. Não podem pensar que lhes vão oferecer alguma coisa de mão beijada.

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