Graça Fonseca, Ministra da Cultura, esteve em Abrantes em março de 2018 a promover o OP Portugal e conheceu o projeto da ACROM, que agora reclama por verbas não pagas. Foto arquivo: mediotejo.net

O primeiro-ministro fez hoje a maior remodelação no Governo, envolvendo quatro ministérios, com a substituição, na Defesa, de Azeredo Lopes por João Gomes Cravinho, e na Economia, de Manuel Caldeira Cabral por Pedro Siza Vieira.

O primeiro-ministro propôs ainda as mudanças do ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, substituído por Marta Temido, e do ministro da Cultura, pasta em que Graça Fonseca sucede a Luís Filipe Castro Mendes – nomeações já aceites pelo Presidente da República.

Com as mudanças agora operadas, o número de ministros desce de 17 para 16, já que Pedro Siza Vieira passa a ser ministro Adjunto e da Economia.

De referir, ainda, que no XXI Governo Constitucional aumenta o número de ministras de três para cinco.

Graça Fonseca na Cultura e Marta Temido na Saúde juntam-se no executivo liderado por António Costa às ministras da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques, da Justiça, Francisca Van Dunem, e do Mar, Ana Paula Vitorino.

(Em cima Esq./Dir). Ministro da Defesa Nacional João Gomes Cravinho, ministra da Sáude Marta Temido. ( Em baixo Esq./Dir) Ministra da Cultura, Graça Fonseca e ministro da Economia Pedro Siza Vieira. Foto: LUSA

Sem contar com o primeiro-ministro, o Governo passa a ter um elenco de 16 ministros, dos quais cinco são mulheres (cuja percentagem aumenta de 18% para 31%).

Em termos de orgânica, o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, passa a ser ministro do Ambiente e da Transição Energética, com a inclusão da Secretaria de Estado da Energia na sua esfera de competências.

A Secretaria de Estado da Energia, desde a formação do atual Governo, esteve na área da Economia.


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Agência de Notícias de Portugal

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