Ana Maria Silva tinha 53 anos. Foto: DR

Ana Maria Sobral da Silva, a mulher de 53 anos que foi assassinada a tiro na noite de domingo, dia 17, Junto à danceteria São Martinho, na Golegã, era proprietária da Oficina de Cerâmica Ana Silva, na Rua Direita de São Pedro, na Chamusca.

Mãe de três filhos já adultos, Ana Maria era divorciada. Cerca das 23h45 deste domingo, quando ia a sair daquela danceteria, foi atingida mortalmente pelo seu ex-companheiro.

O suspeito, de 62 anos, não ofereceu resistência quando a GNR o deteve na casa de uma irmã em Parceiros de São João, no concelho de Torres Novas.

O caso está entregue à Polícia Judiciária para investigação.

Nesta altura ainda não está marcado o funeral uma vez que o corpo, depositado nos serviços de medicina legal do Hospital de Abrantes, aguarda autópsia.

Nas redes sociais, colegas e amigas têm publicado mensagens de consternação e de homenagem a Ana Maria.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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