Congresso juntou cerca de 200 participantes de vários países. Foto: mediotejo.net

Com cerca de duas centenas de participantes oriundos de vários países, o Congresso internacional de Turismo Equestre, que decorre na Quinta dos Álamos, na Golegã, nos dias 5 e 6 de outubro, ultrapassou as expectativas da organização, Associação Nacional de Turismo Equestre (ANTE) e Câmara da Golegã.

“Fica-me mal dizer que é um sucesso, mas é verdade”, afirmou José Veiga Maltez, presidente de ambas as entidades quase no final do primeiro dia do Congresso que reuniu Operadores, Agentes Turísticos, Opinion Makers e Media internacionais.

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O autarca destaca as “intervenções brilhantes” e a “motivação sentida na plateia por pessoas ávidas por ouvir boas experiências”, através das quais se prova que “é possível fazer turismo equestre de qualidade em Portugal”.

Falando mais na qualidade de presidente da ANTE, Veiga Maltez não tem dúvidas de que o Congresso “marca o início de um novo ciclo do turismo equestre em Portugal” e confirma o potencial que esta atividade tem na região e no país. Prova disso foi a participação de especialistas na área oriundos de países como China, Estados Unidos, Brasil, Alemanha, Suíça, Bélgica e França.

O objetivo principal é que o turismo equestre deixe de ser o parente pobre do turismo em Portugal, reforça Veiga Maltez.

O primeiro dia do Congresso foi preenchido com três painéis sobre os temas do “turismo equestre em Portugal”, o “turismo a cavalo” e o “turismo do cavalo”, com mais de uma dezena de intervenções traduzidas em simultâneo em várias línguas. O espetáculo equestre Alma Lusitana animou a noite do primeiro dia.

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Para este sábado, dia 6, de manhã e de tarde, está programado o Campeonato Internacional de Atrelagem de Tradição, com a participação de 30 carros de cavalos de atrelagem.

No mesmo dia, os participantes têm oportunidade de visitar a Casa-Estúdio Carlos Relvas, agora recuperada, onde está patente uma exposição de fotografia do médico abrantino José Fontes sobre o “Hospital Miguel Bombarda em 1968”.

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José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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