Gavião transformou antiga escola de Degracia em centro interpretativo de percursos pedestres. Foto arquivo: CMG

Uma antiga escola primária de uma freguesia rural do concelho de Gavião foi requalificada e transformada em Centro Interpretativo dos Percursos Pedestres e Centro BTT, sendo o novo espaço inaugurado este domingo, às 17h00. A obra, na antiga escola primária de Degracia, foi apoiada em 300 mil euros pelo Programa Valorizar do Turismo de Portugal, representando um investimento total de 472 mil euros.

Por ocasião da assinatura da consignação da obra, em 2022, o presidente da Câmara de Gavião, José Pio. destacou a importância dos percursos pedestres no concelho e a requalificação da antiga escola primária de Degracia, tendo a empreitada um prazo inicial de execução previsto para 300 dias.

“Os percursos pedestres são uma das nossas apostas e, aproveitando uma das muitas escolas primárias que estão degradadas e que nós não queremos que estejam, aproveitamos para fazer o centro interpretativo dos percursos pedestres e o centro de BTT”, disse.

O autarca indicou que o centro interpretativo vai servir para que os praticantes “percebam o enquadramento” dos percursos pedestres, acrescentando que nesta altura o turismo de natureza é uma das “ principais apostas” do município.

“Temos feito um grande investimento no turismo de natureza e os percursos pedestres enquadram-se nesse objetivo, temos conseguido trazer muita gente ao concelho”, sublinhou.

No que diz respeito ao centro de BTT, José Pio explicou que servirá para “dar apoio” às famílias e aos praticantes da modalidade, estando dotado de uma área para efetuar a manutenção das bicicletas.

“É um sitio para apoiar quem faz BTT e ter as condições para levar a bicicleta arranjada, limpinha, com tudo como deve ser e, ao mesmo tempo, ter a família por perto”, acrescentou.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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